Corrupção e Fraudes Médicas

A “denúncia” chamada “Máfia das Próteses”, noticiada em Janeiro de 2015 através do programa “Fantástico” da Rede Globo de Televisão, deixou a população atenta aos muitos casos de corrupção e fraudes médicas.

Apenas no mercado de OPME, são movimentados R$ 12 Bilhões anualmente, tornando um mercado completamente atraente para empresas desses produtos.

Infelizmente a concorrência esbarra novamente na personalidade de algumas pessoas no meio médico, tornando as fraudes e a corrupção fatos verídicos em um assunto tão delicado quanto a Saúde. Foram comprovados fatos os quais fornecedores ofereciam recompensas para utilizarem seus materiais em procedimentos médicos  e também médicos solicitando recompensação financeira para utilizarem tais marcas de fornecedores.

Também houveram casos de reaproveitamento de materiais ocorrendo sérios danos a saúde de beneficiários por tais atitudes irresponsáveis.

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Porém, o combate às fraudes e corrupção na área de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPMEs) ganhará mais um aliado. Um  Projeto de Lei elaborado em conjunto entre os ministérios da Saúde, Justiça e Fazenda será encaminhado ao Congresso Nacional, em regime de urgência, com o objetivo de criminalizar fraudes no fornecimento, aquisição ou prescrição de órteses e próteses no Brasil.

Hoje, os crimes são respondidos analogamente aos dispositivos legais e não há lei específica para punição em casos como estes. Além da responsabilização penal, estão previstas ações para intensificar o monitoramento deste mercado, por meio da padronização das nomenclaturas e criação de um sistema de informação.

Pela proposta, a corrupção médica – ou seja, a exigência ou aceite, do profissional de saúde, de vantagem indevida de fabricante ou distribuidor de dispositivo médico implantável para utilização de seus produtos – será punida com reclusão de dois a seis anos e multa. Incorrerá nas mesmas penas quem paga, oferece ou promete a indevida vantagem financeira ao médico.

Já a fraude médica – isto é, realizar tratamento terapêutico que sabe ser desnecessário, envolvendo a colocação de implante – será punida com reclusão, de três a seis anos. Se o tratamento terapêutico resultar em morte, a pena será de reclusão de seis a 15 anos e o crime será considerado hediondo.

De acordo com o substitutivo, patrocinar, com o intuito de obter proveito indevido, demanda que vise à realização de tratamento terapêutico fraudulento, envolvendo a colocação de implante, passará a ser crime, punível com reclusão de dois a seis anos e multa.

A superfatura do valor do dispositivo médico implantável, por sua vez, passará a ser considerada crime de estelionato, com pena de reclusão de um a cinco anos e multa. Já a reutilização indevida do implante, em procedimento terapêutico, será punida com reclusão de dois a quatro anos.

A proposta ainda segue para análise em certos órgãos responsáveis e em seguida será analisada pelo Plenário da Casa.

Além de todo o prejuízo causado aos beneficiários, tais praticas prejudicam as operadoras de saúde com desvios e pagamento de preços abusivos no mercado de saúde. Sem uma auditoria responsável e com ferramentas que auxiliam os profissionais responsáveis, a compra de OPMEs pode facilmente atingir prejuízos enormes.

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Pensando na possibilidade de auxiliar as operadoras de saúde no controle e auditoria de uso e compra de OPMEs, a CloudMed desenvolveu uma solução completa para ajudar no combate a Corrupção e Fraude Médica neste ramo. Sabemos da importância e o impacto que causam não só as operadoras de saúde, hospitais e prestadores mas também aos beneficiários que podem receber produtos de má qualidade ou não próprios para o procedimento, causando danos irreparáveis.

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Fonte: Agência Câmara Notícias e SaúdeBusiness

A evolução da tecnologia na saúde

Que o mundo está evoluindo todos sabemos, com essa evolução mais tecnologias estão sendo usadas no dia a dia das pessoas, e essas tecnologias também evoluem.

O primeiro raio-x médico foi descoberto por acidente em 1895 pelo físico Alemão Wilhelm Röntgen, enquanto “brincava” com tubos catódicos observou que uma tela fluorescente que estava por perto se iluminava com raios invisíveis (que ele chamou de “Raios Röntgen”) que podiam passar por diferentes tipos de materiais. Mas ele não percebeu o real uso que isso poderia ter até que ele resolveu tirar uma foto de sua esposa usando raios-x e uma placa fotográfica. A mão de Frau Röntgen, juntamente com sua aliança de casamento, se tornou parte da primeira foto em raio-x do corpo humano.

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Mão de Frau Röntgen, foto tirada em 1896 utilizando raios-x e uma placa fotográfica.

Hoje em dia o raio-x é indispensável para a área médica, já que é possível analisar as condições dos órgãos internos, fraturas, tumores, câncer, doenças ósseas, etc. Tudo isso graças as evoluções que o mesmo sofreu durante a história.

Outro exemplo é o tão famoso estetoscópio, uma ferramenta que se tornou símbolo para médicos. Toda aparição de médicos, seja em seriados ou filmes ou imagens, geralmente o mesmo possui um estetoscópio no pescoço. Mas como surgiu o estetoscópio?

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Não falei?

Em 1816 o físico Francês René Laennec estava diagnosticando uma condição cardíaca em uma mulher, e colocar o ouvido nos seios expostos dela era considerado imoral. René enrolou um jornal e, utilizando seu conhecimento em acústica, colocou o rolo de jornal no peito da paciente. Através disso ele ouviu muito mais claramente os sons que o coração da paciente reproduzia, e assim surgiu o estetoscópio.

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Primeiro desenho do estetoscópio de René Laennec, em 1819.

Podemos perceber o quanto as tecnologias evoluem na área medica desde que foram descobertas, e com uma rápida pesquisa podemos ver o quanto ela ainda evolui. Aqui mesmo no blog podemos ver um exemplo no post feito pela Paula na semana passada (que pode ser conferido aqui).

 

Nós da CloudMed esperamos contribuir para a evolução da tecnologia na área medica. Se tiver alguma ideia para nos ajudar, entre em contato conosco!

O Futuro da Tecnologia na Saúde

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Como já é notável (até pelos leigos no assunto), a tecnologia vem se intensificando exponencialmente em nossas vidas e, na área da saúde, isso não é diferente. Inúmeros produtos são lançados todos os meses a fim de informatizar e simplificar o trabalho dos profissionais de saúde.

O avanço tecnológico é a esperança para muitos e isto é indiscutível! Os tratamentos vem se tornando mais eficientes e acessíveis, graças ao desenvolvimento nesta área.

Robin Farmanfarmaian, renomada pesquisadora e empreendedora da área de saúde, em seu recente livro, faz uma previsão futurística do setor. Segundo ela, nossas atividades corporais serão em breve monitoradas, gravadas e analisadas mais eficientemente que um avião ou foguete, permitindo maior controle e precisão no diagnóstico. Essas monitorias serão feitas por dispositivos não invasivos, como: minúsculos chips subcutâneos ou ingeríveis, pequenos botões acoplados às roupas ou acessórios, entre outros. Através destes componentes, será possível monitorar batimentos cardíacos, níveis de glicose e outras substâncias, pressão sanguínea; além de que será possível controlar quando se exercitar, quais atividades praticar, o que comer (antes e depois do treino) – tudo isso de forma calculada, controlada e específica para as necessidades de seu corpo!

Existe também a ideia de popularizar o uso dos ambulance drones para entrega de medicamentos em locais de alto risco e pronto-socorro quando não é possível o envio de uma equipe médica em tempo hábil.

Podemos pensar que tudo isso é uma realidade muito distante, mas nos lembremos de que nos anos 70, quando foram lançados os primeiros videocassetes. Todos pensavam ser uma tecnologia inalcançável e extremamente cara. A realidade é que toda inovação, com sua popularidade e demanda se torna mais acessível. Hoje, a tecnologia presente nos videocassetes é tão ultrapassada, que temos dificuldade até em doá-los!

E você, tem alguma ideia? Conte para nós! Quem sabe em conjunto não podemos executá-la?