Analista de Sistemas cria robô para diminuir mortes por ‘falência múltipla de órgãos’

           O robô ‘Laura’ foi desenvolvido após nove meses de trabalho voluntário de Jackson Fressato no hospital em que sua filha faleceu com ‘septicemia’ ou ‘falência múltipla de órgãos’, ele iniciou esse trabalho enquanto procurava um culpado por sua morte.

       Assim, o analista criou um sistema capaz de diagnosticar a sepse por meio de tecnologia cognitiva, ou seja, “o software tem a capacidade de aprender analisando, entendendo e até conversando com áreas operacionais de todos os hospitais”. Ao receber os dados de pacientes antigos e com o protocolo de diagnóstico da síndrome, o robô é capaz de alertar a equipe médica que, logo, começa o tratamento antes que a doença se agrave.

         Segundo o Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS), a sepse é o responsável por 25% da ocupação de leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) no Brasil. A doença atinge hoje 2,5 milhões de brasileiros por ano, e destes 250 mil acabaram morrendo. Para Jackson, o sonho de Laura é que em 2020 a mortalidade para a doença no Brasil seja de 5% e, para isso, a ideia é que o robô Laura seja disponibilizado a todos os hospitais filantrópicos e privados do país.

         Neste mês de fevereiro Jackson vai a Cuiabá para fazer uma palestra gratuita sobre o tema para profissionais da área da saúde, hospitais filantrópicos e particulares, mostrando que é possível combater as mortes por sepse. Nós da CloudMed parabenizamos Jackson Fressato que transformou a dor de sua perda em algo que pode ajudar milhões de pessoas.

                  Apresentação do Robô Laura em Mato Grosso
Quando: dia 07 de fevereiro, às 19:30 horas
Onde: Auditório do Hospital de Câncer de Mato Grosso
Av. Historiador Rubens de Mendonça, 5500 – Morada da Serra, Cuiabá

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CURSOS NA ÁREA TENOLÓGICA DA FACEF

Franca conta agora com mais um curso voltado para a área de Tecnologia!

A partir deste semestre a Facef conta com o novo curso de Engenharia de Software.

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“O engenheiro de software pode exercer os seguintes cargos em empresas que desenvolvem ou se utilizam de software: Gerente de projeto; Analista de negócio; Desenvolvedor de aplicativos para web, para dispositivos móveis e games; Analista programador, Analista de teste; Arquiteto de software; Analista de qualidade; Analista de configuração; Analista de implantação; Analista de requisitos; Analista de Manutenção; Administrador de banco de dados.”

Para mais informações clique aqui.

Uma excelente notícia para nós, empresas de software que buscam profissionais qualificados para o mercado!

Emendas parlamentares reforçam o orçamento em saúde em 2016

A saúde pública brasileira em 2016 bateu recorde na destinação de emendas parlamentares em 2016. No total, foram aprovadas 14.521 propostas, 66% a mais que em 2015, quando foram contabilizadas 6.255. Houve um crescimento considerável em relação ao valor investido que também dobrou, passando de R$ 2,1 bilhões para 4,2 bilhões em 2016. Segundo o Ministério da Saúde, o maior aproveitamento das emendas parlamentares se traduz na ampliação do acesso da população aos serviços públicos de saúde, como mais leitos, mais Unidades Básicas de Saúde (UBS), entre outros.

Em 2015 das 10.800 propostas, 6.255 foram empenhadas (58%). Já em 2016, das 12.864 emendas apresentadas 12.406 geraram novos recursos ao Sistema Único de Saúde (96%). A maior parte do montante de 2016, 74%, foi destinado aos Fundos Municipais de Saúde para ações como custeio de serviços da atenção básica e média e alta complexidade, construção e ampliação de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e  compra de equipamentos. Deste valor, 54% (R$2,2 bi) já foi enviado aos estados e municípios durante o próprio exercício.

O presidente Michel Temer autorizou a liberação de limites financeiros para o aprimoramento da saúde em todo o país. Foi a primeira vez, em anos, que o governo federal liberou este montante ainda no ano em curso. O Planalto sensibilizou-se com os desafios enfrentados pela pasta da saúde e liberou, inclusive, parte das emendas de bancada para melhoria do atendimento à população. Este valor foi incluído no orçamento da pasta de 2016 por deputados e senadores. A maior parte se refere ao custeio dos serviços de saúde, atendendo o pleito de gestores.

No Congresso Nacional, cada parlamentar tem direito a indicar para seus Estados, prefeituras e entidades, recursos que são liberados por meio de emendas parlamentares. Esses valores são destinados com a finalidade de apoiar as regiões no desenvolvimento de áreas como Saúde, Educação, Infraestrutura entre outras.

O Governo Federal também aprovou crédito suplementar de R$ 1,7 bilhão para ações de assistência ambulatorial e hospitalar em todo o país. O orçamento para este ano previa déficit de dois meses no pagamento desses serviços e, com a medida, levada ao Congresso Nacional pelo Ministério da Saúde, estados e municípios receberam integralmente os recursos para fechar o ano.

Gestão

Desde que assumiu a pasta, o ministro Ricardo Barros, em pouco mais de 200 dias de gestão, a partir da adoção de medidas administrativas e renegociação de contratos, alcançou economia de R$ 1,9 bilhão, valor que foi reaplicado na saúde, como a ampliação da oferta de medicamentos, custeio de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24 h e aberturas de novos serviços em Santas Casas.  Esse esforço, somado ao crédito suplementar, garantiu que o Ministério da Saúde cumprisse todos os compromissos orçamentários previstos para o ano, sem comprometer o orçamento para 2017.

Para 2017, a proposta orçamentária em tramitação no Congresso Nacional prevê pelo menos R$ 4,6 bilhões de emendas parlamentares destinadas ao setor. O valor já está somado ao orçamento federal previsto na PLOA para o ano que vem que será de R$ 115,7 bilhões. Com informações da Agência Saúde.

FONTE: FÓRUM SAÚDE DIGITAL