Má Alimentação, Obesidade e Hospitalizações.

Segundo estudo publicado pela revista médica americana JAMA Cardiology este mês, moradores de algumas regiões de Nova York passaram a ter 6% menos chances de ficarem hospitalizados devido à obesidade.

Em 2007 Nova York restringiu o uso de gorduras trans para alimentos comprados em locais como: restaurantes, padarias e vendedores ambulantes. Esta regra passou a valer para 5 regiões do estado. Posteriormente, outras regiões adotaram medidas similares.

“A cidade de Nova York foi progressista e aprovou restrições sobre a gordura trans, mas ninguém tinha visto se isso trazia mudanças mensuráveis para a saúde” – de acordo com o principal autor do estudo, Erik Brandt, da Universidade Yale, Connecticut.

Um ano após as limitações, os resultados já foram perceptíveis: os óbitos ligados às doenças cardio-vasculares caíram 4,5%. Pesquisas mais recentes mostram queda de 6% nos níveis de internações e hospitalizações por AVC ou infarto.

No Brasil, nos últimos 10 anos houve 60% de aumento nos casos de obesidade, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Cerca de 20% do total da população brasileira é considerada obesa. O aumento de peso é atribuído a fatores econômicos, culturais, genéticos e também hormonais. Hoje, devido ao ritmo de trabalho, as pessoas tem pouco tempo para se alimentar adequadamente, recorrendo aos fast-food e alimentos processados- ambos ricos em gorduras trans. Pesquisas da Vigitel mostram que apenas um terço dos adultos consomem frutas e vegetais ao menos 5 vezes na semana.

Para regularização destes pontos, é necessária conscientização da população sobre a necessidade de uma dieta diversificada. No Brasil, o Ministério da Saúde disponibiliza o Guia Alimentar Para a População Brasileira, que oferece recomendações para a escolha de alimentos, dicas de combinações para refeições completas e muito mais!

Até o próximo post!

 

Neuralink: Projeto que unirá o cérebro humano à computadores

O projeto Neuralink é conduzido por Elon Musk, que já é conhecido no mundo da tecnologia por ter ideias inovadoras e um tanto ousadas. Exemplos disso são os projetos de carro autônomos e foguetes que pousam verticalmente.
Agora, Musk está trabalhando em uma interface para unir o cérebro humano à inteligência artificial, por mais insano que isso possa parecer.

Segundo o The Wall Street Journal, isso será feito por uma companhia chamada Neuralink, que está nos primórdios de sua existência. O jornal comenta que a empresa tem como foco criar dispositivos que podem ser implantados no cérebro humano. A ideia é que eles possam, eventualmente, ser uma ponte para unir os humanos à inteligência artificial.
Musk comentou ao jornal que esse tipo de ligação pode aumentar a memória humana e até permitir uma interação “mais direta” com computadores. “Com o tempo, eu penso que veremos uma fusão mais próxima entre inteligência biológica e inteligência digital”, disse Musk há alguns dias. “É mais uma questão de largura de banda, da velocidade de conexão entre seu cérebro e a versão digital de você mesmo”.

Já existe até uma startup, chamada Kernel, que está financiando uma pesquisa médica na University of Southern California para melhorar a cognição humana por meio de dispositivos conectados ao cérebro.