Segurança Virtual

A necessidade de novas medidas de segurança tem se tornado questão obrigatória através do desenvolvimento tecnológico, principalmente no mundo virtual que é, sem dúvida, imprevisível.

No ambiente hospitalar, embora pareça inusual o uso errôneo das informações arquivadas, é um local bastante vulnerável a ataques e vazamento de dados, que afetariam não só o hospital, mas também os pacientes, médicos e etc.

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) de Agosto de 2018, dispõe sobre o tratamento dos dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural. *

Desde então, sabendo que a privacidade é um Direito Fundamental de todos os indivíduos, a preservação das informações pessoais na área da saúde também entrou em pauta recentemente, fazendo com que o ambiente médico busque alternativas confiáveis que assegurem a privacidade dos pacientes o quanto antes. Todos os profissionais da medicina devem aderir às novas leis, e não somente os responsáveis pela área de tecnologia da informação, como muitos pensam. A adaptação é responsabilidade de todos, seja no hospital público ou privado, no mundo real ou virtual.

As Operadoras de Saúde, Hospitais e Clínicas médicas devem enxergar esse tipo de situação com a gravidade da qual ela de fato representa, e assim conseguir evitar incidentes perigosos e constrangedores através de acesso controlado e senhas individuais. Além disso, é fundamental que o paciente esteja ciente das informações que estão sendo arquivadas e autorize tais registros.

A nova lei vai entrar em vigor em Fevereiro de 2020, ou seja, os hospitais ainda têm um ano para adaptação, caso contrário, poderão pagar multas salgadas, que podem chegar a 50 milhões de reais por cada descumprimento da legislação. Vale ressaltar que, além da penalização, o hospital sofrerá danos enormes pela má fama que virá a receber, isso sem mencionar indenizações e outros prejuízos.

Sendo assim, é importante não deixar tudo para a última hora, e providenciar todas as mudanças necessárias para a segurança particular dos pacientes, e dessa forma, garantir um bom futuro ao hospital e a todos os envolvidos.

* Vide: LEI Nº 13.709, DE 14 DE AGOSTO DE 2018

Saúde na nuvem

Devido as suas várias vantagens, a utilização de sistemas em nuvem estão se tornando mais comuns dia após dia. A praticidade em armazenar informações online evitando a instalação de softwares lentos e, consequentemente, o peso no hardware subiu no conceito dos profissionais de todas as áreas, inclusive na área da saúde.

A cloud computing (ou computação em nuvem), chegou de forma inovadora no âmbito hospitalar, facilitando o armazenamento de dados e simplificando a troca de informações não só entre médicos e pacientes, mas também entre prestadores, operadoras de saúde e etc.

Todos os dados arquivados na nuvem ficam disponíveis em qualquer lugar do mundo e a qualquer hora do dia ou da noite, desde que se tenha acesso a internet. Embora não pareça, o armazenamento em nuvem é extremamente seguro, pois só o responsável pela conta pode abrir e compartilhar os dados contidos nela, que estão protegidos por senha.

Na medicina, através da computação em nuvem, dados importantes como históricos e documentos ficam seguros, evitando a perda ou o extravio dos mesmos e, portanto, prevenindo transtornos que poderiam desencadear problemas mais sérios futuramente. Além disso, é possível analisar a quantidade de consultas, internações, exames e etc, tornando os atendimentos mais rápidos e completos.

A aquisição de OPMEs e MAT MED também progrediu por meio da cloud computing, onde o gerenciamento e a cotação dos produtos pode ser analisada profundamente, facilitando as compras e evitando vendas fraudulentas, proporcionando total transparência do início ao fim das cotações.

Diante disso, a CloudMed Tecnologia desenvolveu ferramentas e plataformas que operam sobre estruturas em nuvem, dispondo dos melhores recursos, sempre focando na inovação e no benefício dos clientes. Nosso time de criação e desenvolvimento usa as mais modernas ferramentas e metodologias de desenvolvimento existentes, ademais, estamos sempre antenados sobre as novidades que surgem na área da tecnologia! Aqui nos preocupamos com a simplicidade da usabilidade sem perder a essência da qualidade do resultado. A experiência que acumulamos ao longo dos anos nos permite assumir o compromisso de criar ou recriar soluções sob medida para atender o setor de saúde no Brasil e no mundo.

Enfim, é evidente que a cloud computing trás inúmeros benefícios à área da saúde, mas sua aquiescência depende somente dos profissionais responsáveis. Cabe a eles averiguar os prós e os contras, e então aderir ou não à computação em nuvem.

Economia e Tecnologia

Não é difícil perceber quão importante é a Gestão de OPME (órteses, próteses e materiais especiais) para a área da saúde, dado que as despesas com as aquisições de OPMEs são de aproximadamente 80% do que se paga nas contas hospitalares, ou seja, contas que as Operadoras de Saúde pagam, e consequentemente, os Beneficiários também.

Saber administrar corretamente as OPMEs tem se tornado mais fácil com o passar do tempo graças à tecnologia, aos sistemas de software e à qualificação do pessoal encarregado.

Como já dito no meu post anterior, a tecnologia às vezes pode ser mal interpretada, ou até pouco notada agora que tudo parece ser mais moderno e prático. Porém, a tecnologia têm sido muito eficaz para a medicina, praticamente se tornando item obrigatório em quase todos os setores da saúde.

Atualmente, a tecnologia é um recurso indispensável quando o assunto é Gestão de OPME, uma vez que, através de plataformas inteligentes, é possível visualizar várias possibilidades, fornecedores, preços, qualidade dos materiais e etc, mantendo o comércio em harmonia. Hoje sabe-se que o emprego de ferramentas tecnológicas não significa pagar mais, muito menos substituir alguém a favor dela. Ao invés disso, criou-se uma infinidade de cargos relacionados à tecnologia, que conseguiram tornar certas aquisições mais baratas, inclusive na área de OPME. Tudo depende, claro, da sensatez dos responsáveis pela administração e compra de OPMEs.

O gerenciamento das OPMEs não depende apenas do profissional responsável, pois existem legislações estabelecidas pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que devem ser cumpridas por eles e pelos distribuidores. Além disso, os gestores de OPME são bastante pressionados quanto à qualidade dos produtos, prazos de entrega e, sem dúvida, aos valores a serem pagos.

Trabalhar com materiais de alto custo é um desafio constante no mundo da medicina, onde os gestores trabalham sob grande pressão e precisam utilizar a tecnologia em seu benefício para amenizar as tensões e reduzir as falhas. Com certeza a melhor forma de gerir as compras e os valores dos materiais especiais seria utilizando uma plataforma tecnológica que cumpra as legislações vigentes e colabore com a economia de gastos.

Gestão & OPME

Para conseguir preservar um bom desempenho das funções, é necessário saber administrar todos os setores de uma empresa, mantendo as tarefas em equilíbrio, assegurando que nada saia errado causando um “efeito dominó”. Na área da saúde isso também acontece, já que uma atividade interfere na outra, fazendo com que o atendimento inicial possa se tornar consequência de um bom ou mau desfecho. A grande diferença é que dentro de uma organização hospitalar, dependendo das circunstâncias, os resultados podem custar uma vida, ou então salvá-la.

Cada etapa tem sua importância. Desde a chegada do paciente ao hospital até a sua liberação, vários profissionais desempenham seus diferentes papéis de forma responsável para que os resultados sejam os melhores possíveis. Na recepção, por exemplo, o ideal é que o atendimento seja o mais claro e breve possível, especificando a urgência ou emergência da situação, e desse modo, facilitando as etapas seguintes.

São muitos os meios que podem otimizar os serviços de saúde, mas nenhum é tão eficiente quanto a tecnologia, que pode ser aplicada em praticamente todos os estágios.

Como já dito em um post anterior, as OPMEs (órteses, próteses e materiais especiais) fazem parte de um círculo misterioso, visto que requerem grande investimento financeiro, mas são indispensáveis embora afetem os lucros das Operadoras de Saúde de forma direta. Cada uma delas possui categorias definidas por suas características, valores, prazos, validade e etc, causando dor de cabeça e um peso significativo no caixa das Operadoras.

O uso de ferramentas de informação, que sejam aptas e coerentes, se tornou algo essencial igualmente na área da saúde. As soluções inovadoras e modernas conseguem fazer com que os atendimentos sejam mais rápidos, os procedimentos médicos mais eficazes e ainda ajudam a monitorar toda e qualquer movimentação de compras dos produtos, a fim de evitar gastos desnecessários.

Atualmente, sabe-se que o gerenciamento de todo o fluxo dos materiais especiais é fundamental, garantindo que o estoque fique sempre em dia, possibilitando uma melhor programação das aquisições, considerando o tempo de entrega e os custos.

Ou seja, através de uma gestão adequada e pessoal capacitado, não tem erro: o atendimento vai agilizar, os gastos vão cair e os serviços vão melhorar incessantemente.