O Mercado Obscuro das OPME’s

A “máfia das OPMEs” foi uma das piores situações na história do Sistema de Saúde do Brasil. Depois desse episódio, a ANS (Agência Nacional da Saúde Suplementar) e as Operadoras de Saúde têm se esforçado muito para impulsionar medidas que sejam capazes de controlar melhor a compra e a utilização desses materiais especiais, visando assegurar que os procedimentos sejam mais transparentes, e que as informações e o financiamento sejam analisados cuidadosamente.

À vista disso, para que seja possível garantir mais segurança aos Beneficiários, é necessário verificar e consertar o máximo de irregularidades possível, já que certos procedimentos são irreversíveis, tais como intervenções cirúrgicas desnecessárias, por exemplo, que colocam a vida dos pacientes em sério risco.

Tentar amenizar os prejuízos financeiros também é inevitável, sabendo que houveram várias compras e pagamentos indevidos, onde eram cobrados preços absurdos, chegando a ultrapassar até 8 vezes mais do que o valor real das órteses e próteses, que na verdade ninguém precisava.

Mas não é só no Brasil que essas fraudes acontecem. A variação de preços também é assustadora nos Estados Unidos, podendo chegar a 95% de diferença entre um fornecedor e outro. Porém, lá já existem leis específicas que proíbem o pagamento de propinas, ao contrário das legislações brasileiras que, por incrível que pareça, não criminalizam esse tipo de infração. As comparações não param aí, pois nos EUA os falsos sinistros são duramente bloqueados e os responsáveis têm de pagar multas altíssimas além de ir para a cadeia.

Em razão disso tudo, a ANS e as Operadoras vêm tomando providências acerca do assunto, exigindo auditorias e relatórios mais detalhados, a fim de melhorar o mercado das OPMEs, tornando seu uso mais sensato, evitando rombos e garantindo a segurança dos Beneficiários.

Uma das melhores soluções é a implantação de plataformas tecnológicas que controlem todo o processo de cotação das OPMEs, onde o passo a passo é minuciosamente verificado, e o auditor pode autorizar ou não a compra final, impedindo a aquisição de produtos superfaturados e golpes.

Assim, a tecnologia trabalha a nosso favor, otimizando os procedimentos e até servindo de exemplo para que as atividades funcionem corretamente no mercado obscuro das OPMEs.

TI Hospitalar

Ao observarmos o dia a dia de um hospital, mal paramos para pensar no funcionamento dos sistemas que os profissionais têm que utilizar para manter as informações sempre atualizadas e sistematicamente organizadas.

Da mesma forma, é estranho imaginar que atualmente praticamente tudo depende da Tecnologia da Informação, e que se não fosse assim, um hospital não funcionaria tão corretamente quanto acontece hoje. Chegamos a um ponto de exatidão tão eficaz através da TI, que fica quase impossível cogitar a ideia de que, sem ela, haveria pouquíssimo o que fazer.

Na verdade, sem essas ferramentas inteligentes, o declínio seria gigantesco, podendo causar problemas sérios pela ausência de dados, medicamentos e insumos, já que hoje em dia tudo isso é controlado minuciosamente pelos sistemas, e seria praticamente impossível manter tais tarefas manualmente.

Como já citei em outros posts, por meio da Tecnologia da Informação as atividades dentro dos hospitais ficaram mais rápidas, exatas e fáceis de executar. Na recepção, por exemplo, apenas ao digitar os dados do paciente já se pode saber todo seu histórico de enfermidades, datas das últimas consultas, além de informações básicas como endereço, telefones e etc. Dessa maneira, o primeiro atendimento se torna mais ágil e eficiente, simplificando as etapas seguintes.

Do mesmo modo, atividades mais complexas como a aquisição de órteses, próteses e materiais especiais também ficou mais simples devido à TI, pois com apenas um clique já é possível realizar orçamentos e auditorias completas, facilitando a obtenção e ao mesmo tempo, evitando compras desnecessárias e fraudes.

Finalmente, pode-se dizer sem receio que a Tecnologia da Informação está presente em tudo nos dias de hoje, tornando o ambiente hospitalar mais prático e preciso, resultando em melhoria contínua para o hospital e para os pacientes.

Segurança Virtual

A necessidade de novas medidas de segurança tem se tornado questão obrigatória através do desenvolvimento tecnológico, principalmente no mundo virtual que é, sem dúvida, imprevisível.

No ambiente hospitalar, embora pareça inusual o uso errôneo das informações arquivadas, é um local bastante vulnerável a ataques e vazamento de dados, que afetariam não só o hospital, mas também os pacientes, médicos e etc.

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) de Agosto de 2018, dispõe sobre o tratamento dos dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural. *

Desde então, sabendo que a privacidade é um Direito Fundamental de todos os indivíduos, a preservação das informações pessoais na área da saúde também entrou em pauta recentemente, fazendo com que o ambiente médico busque alternativas confiáveis que assegurem a privacidade dos pacientes o quanto antes. Todos os profissionais da medicina devem aderir às novas leis, e não somente os responsáveis pela área de tecnologia da informação, como muitos pensam. A adaptação é responsabilidade de todos, seja no hospital público ou privado, no mundo real ou virtual.

As Operadoras de Saúde, Hospitais e Clínicas médicas devem enxergar esse tipo de situação com a gravidade da qual ela de fato representa, e assim conseguir evitar incidentes perigosos e constrangedores através de acesso controlado e senhas individuais. Além disso, é fundamental que o paciente esteja ciente das informações que estão sendo arquivadas e autorize tais registros.

A nova lei vai entrar em vigor em Fevereiro de 2020, ou seja, os hospitais ainda têm um ano para adaptação, caso contrário, poderão pagar multas salgadas, que podem chegar a 50 milhões de reais por cada descumprimento da legislação. Vale ressaltar que, além da penalização, o hospital sofrerá danos enormes pela má fama que virá a receber, isso sem mencionar indenizações e outros prejuízos.

Sendo assim, é importante não deixar tudo para a última hora, e providenciar todas as mudanças necessárias para a segurança particular dos pacientes, e dessa forma, garantir um bom futuro ao hospital e a todos os envolvidos.

* Vide: LEI Nº 13.709, DE 14 DE AGOSTO DE 2018

Saúde na nuvem

Devido as suas várias vantagens, a utilização de sistemas em nuvem estão se tornando mais comuns dia após dia. A praticidade em armazenar informações online evitando a instalação de softwares lentos e, consequentemente, o peso no hardware subiu no conceito dos profissionais de todas as áreas, inclusive na área da saúde.

A cloud computing (ou computação em nuvem), chegou de forma inovadora no âmbito hospitalar, facilitando o armazenamento de dados e simplificando a troca de informações não só entre médicos e pacientes, mas também entre prestadores, operadoras de saúde e etc.

Todos os dados arquivados na nuvem ficam disponíveis em qualquer lugar do mundo e a qualquer hora do dia ou da noite, desde que se tenha acesso a internet. Embora não pareça, o armazenamento em nuvem é extremamente seguro, pois só o responsável pela conta pode abrir e compartilhar os dados contidos nela, que estão protegidos por senha.

Na medicina, através da computação em nuvem, dados importantes como históricos e documentos ficam seguros, evitando a perda ou o extravio dos mesmos e, portanto, prevenindo transtornos que poderiam desencadear problemas mais sérios futuramente. Além disso, é possível analisar a quantidade de consultas, internações, exames e etc, tornando os atendimentos mais rápidos e completos.

A aquisição de OPMEs e MAT MED também progrediu por meio da cloud computing, onde o gerenciamento e a cotação dos produtos pode ser analisada profundamente, facilitando as compras e evitando vendas fraudulentas, proporcionando total transparência do início ao fim das cotações.

Diante disso, a CloudMed Tecnologia desenvolveu ferramentas e plataformas que operam sobre estruturas em nuvem, dispondo dos melhores recursos, sempre focando na inovação e no benefício dos clientes. Nosso time de criação e desenvolvimento usa as mais modernas ferramentas e metodologias de desenvolvimento existentes, ademais, estamos sempre antenados sobre as novidades que surgem na área da tecnologia! Aqui nos preocupamos com a simplicidade da usabilidade sem perder a essência da qualidade do resultado. A experiência que acumulamos ao longo dos anos nos permite assumir o compromisso de criar ou recriar soluções sob medida para atender o setor de saúde no Brasil e no mundo.

Enfim, é evidente que a cloud computing trás inúmeros benefícios à área da saúde, mas sua aquiescência depende somente dos profissionais responsáveis. Cabe a eles averiguar os prós e os contras, e então aderir ou não à computação em nuvem.

Economia e Tecnologia

Não é difícil perceber quão importante é a Gestão de OPME (órteses, próteses e materiais especiais) para a área da saúde, dado que as despesas com as aquisições de OPMEs são de aproximadamente 80% do que se paga nas contas hospitalares, ou seja, contas que as Operadoras de Saúde pagam, e consequentemente, os Beneficiários também.

Saber administrar corretamente as OPMEs tem se tornado mais fácil com o passar do tempo graças à tecnologia, aos sistemas de software e à qualificação do pessoal encarregado.

Como já dito no meu post anterior, a tecnologia às vezes pode ser mal interpretada, ou até pouco notada agora que tudo parece ser mais moderno e prático. Porém, a tecnologia têm sido muito eficaz para a medicina, praticamente se tornando item obrigatório em quase todos os setores da saúde.

Atualmente, a tecnologia é um recurso indispensável quando o assunto é Gestão de OPME, uma vez que, através de plataformas inteligentes, é possível visualizar várias possibilidades, fornecedores, preços, qualidade dos materiais e etc, mantendo o comércio em harmonia. Hoje sabe-se que o emprego de ferramentas tecnológicas não significa pagar mais, muito menos substituir alguém a favor dela. Ao invés disso, criou-se uma infinidade de cargos relacionados à tecnologia, que conseguiram tornar certas aquisições mais baratas, inclusive na área de OPME. Tudo depende, claro, da sensatez dos responsáveis pela administração e compra de OPMEs.

O gerenciamento das OPMEs não depende apenas do profissional responsável, pois existem legislações estabelecidas pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que devem ser cumpridas por eles e pelos distribuidores. Além disso, os gestores de OPME são bastante pressionados quanto à qualidade dos produtos, prazos de entrega e, sem dúvida, aos valores a serem pagos.

Trabalhar com materiais de alto custo é um desafio constante no mundo da medicina, onde os gestores trabalham sob grande pressão e precisam utilizar a tecnologia em seu benefício para amenizar as tensões e reduzir as falhas. Com certeza a melhor forma de gerir as compras e os valores dos materiais especiais seria utilizando uma plataforma tecnológica que cumpra as legislações vigentes e colabore com a economia de gastos.

Gestão & OPME

Para conseguir preservar um bom desempenho das funções, é necessário saber administrar todos os setores de uma empresa, mantendo as tarefas em equilíbrio, assegurando que nada saia errado causando um “efeito dominó”. Na área da saúde isso também acontece, já que uma atividade interfere na outra, fazendo com que o atendimento inicial possa se tornar consequência de um bom ou mau desfecho. A grande diferença é que dentro de uma organização hospitalar, dependendo das circunstâncias, os resultados podem custar uma vida, ou então salvá-la.

Cada etapa tem sua importância. Desde a chegada do paciente ao hospital até a sua liberação, vários profissionais desempenham seus diferentes papéis de forma responsável para que os resultados sejam os melhores possíveis. Na recepção, por exemplo, o ideal é que o atendimento seja o mais claro e breve possível, especificando a urgência ou emergência da situação, e desse modo, facilitando as etapas seguintes.

São muitos os meios que podem otimizar os serviços de saúde, mas nenhum é tão eficiente quanto a tecnologia, que pode ser aplicada em praticamente todos os estágios.

Como já dito em um post anterior, as OPMEs (órteses, próteses e materiais especiais) fazem parte de um círculo misterioso, visto que requerem grande investimento financeiro, mas são indispensáveis embora afetem os lucros das Operadoras de Saúde de forma direta. Cada uma delas possui categorias definidas por suas características, valores, prazos, validade e etc, causando dor de cabeça e um peso significativo no caixa das Operadoras.

O uso de ferramentas de informação, que sejam aptas e coerentes, se tornou algo essencial igualmente na área da saúde. As soluções inovadoras e modernas conseguem fazer com que os atendimentos sejam mais rápidos, os procedimentos médicos mais eficazes e ainda ajudam a monitorar toda e qualquer movimentação de compras dos produtos, a fim de evitar gastos desnecessários.

Atualmente, sabe-se que o gerenciamento de todo o fluxo dos materiais especiais é fundamental, garantindo que o estoque fique sempre em dia, possibilitando uma melhor programação das aquisições, considerando o tempo de entrega e os custos.

Ou seja, através de uma gestão adequada e pessoal capacitado, não tem erro: o atendimento vai agilizar, os gastos vão cair e os serviços vão melhorar incessantemente.

Tecnologia x Medicina

As clínicas e os hospitais carregam grandes responsabilidades que vão além da saúde e do bem estar dos pacientes. Saber administrar corretamente os gastos, por exemplo, é uma das obrigações mais rigorosas, pois os gestores têm de seguir à risca todos os protocolos e regras da organização, a fim de preservar os valores, mas ao mesmo tempo, conservar os atendimentos de forma eficaz e sem quaisquer deslizes.

Para que isso se torne possível, as perspectivas ultrapassadas precisam ser descartadas, abrindo espaço para ideias modernas e que resultem em vantagens significativas para Operadoras de Planos de Saúde, Prestadores e Beneficiários.

À vista disso, ferramentas tecnológicas têm sido desenvolvidas, comprovando cada vez mais sua efetividade e fazendo com que a medicina se assemelhe aos mais variados setores, porque quanto mais moderno, melhor! Novas tecnologias vêm contribuindo não só com a eficácia dos atendimentos clínicos e hospitalares e procedimentos médicos, mas também com a compra de insumos, ajudando a evitar gastos inadequados e o abuso de valores dos fabricantes e fornecedores. A obtenção de OPMEs (Órteses, Próteses e Materiais Especiais), por exemplo, que possuem valores altíssimos,  se tornou ainda mais precisa através dos portais tecnológicos, já que eles possibilitaram uma amplitude maior de preços e fornecedores, permitindo avaliar os melhores produtos e valores.

O conceito de evolução às vezes pode assustar, mas a verdadeira intenção é inovar os métodos já existentes e criar novos recursos eficazes economicamente, rápidos e de fácil acesso, que sejam capazes de melhorar ou até salvar vidas. Num primeiro momento, talvez seja difícil enxergar quão poderosa a tecnologia é para a medicina, a sutileza na qual ela se apresenta já gerou discussões anteriormente, mas quando se olha para trás, percebe-se como estamos avançados hoje em dia, provando que o mundo da medicina anda lado a lado com o mundo tecnológico, onde trabalham juntos para vencer as dificuldades inigualáveis do universo da saúde.

Sabendo disso, a CloudMed desenvolveu três ferramentas incríveis para contribuir e simplificar as atribuições próprias da área da saúde, você pode conhecê-las clicando aqui.

A evolução veio para ficar, e de maneira responsável tem proporcionado soluções tecnológicas que visam a economia de gastos sem perder a qualidade, além de facilitar e agilizar as atividades em todas as áreas, movimentando o mercado e gerando resultados, de fato, satisfatórios, principalmente na área da medicina.