Finanças e dinheiro em clínicas e consultórios

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É muito comum encontrar situações onde os profissionais de saúde, neste caso os médicos, encontrem dificuldades na gestão financeira de seus consultórios e clínicas. Este fato se deve pela falta de experiência e maturidade de gestão administrativa, uma vez que sua formação de essência é a medicina.

Uma boa gestão financeira aliada à uma administração da clínica eficiente, evita problemas sérios como o pagamento indevido e supervalorizado de taxas, o desperdício de oportunidades com aplicações financeiras atraentes, além de trazer outros tantos benefícios.

Principalmente na hora de se escolher uma administradora de cartões de crédito, quando se decide pela aceitação destes, é muito comum ao profissional de saúde não se atentar aos valores cobrados pelos aluguéis das “maquininhas” e taxas praticadas, sem falar das possibilidades tecnológicas que cada operadora pode oferecer.

Hoje em dia há uma grande oferta dessas “maquininhas”, cada qual com um modelo de máquina e taxas diferenciadas, mas o que pouco se observa são os recursos particulares que buscam os profissionais médicos empreendedores, como por exemplo, a divisão de pagamentos para diferentes CPFs/CNPJs ou diferentes contas, dentro de uma mesma “maquininha”.

Sistemas de pagamentos que oferecem este recurso, como o projeto da CloudMed intitulado DoctorPay®, podem ser de grande ajuda na gestão de pagamentos e nas finanças das clínicas onde mais de um profissional atende e mais de um procedimento é executado.

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Uma mesma maquininha com múltiplos recebedores e múltiplas contas pode trazer uma economia enorme, sem falar da transparência dos lançamentos financeiros.

Para saber mais, basta enviar um email para comercial@cloudmed.io e pedir por mais informações sobre o sistema de pagamentos DoctorPay®.

Emendas parlamentares reforçam o orçamento em saúde em 2016

A saúde pública brasileira em 2016 bateu recorde na destinação de emendas parlamentares em 2016. No total, foram aprovadas 14.521 propostas, 66% a mais que em 2015, quando foram contabilizadas 6.255. Houve um crescimento considerável em relação ao valor investido que também dobrou, passando de R$ 2,1 bilhões para 4,2 bilhões em 2016. Segundo o Ministério da Saúde, o maior aproveitamento das emendas parlamentares se traduz na ampliação do acesso da população aos serviços públicos de saúde, como mais leitos, mais Unidades Básicas de Saúde (UBS), entre outros.

Em 2015 das 10.800 propostas, 6.255 foram empenhadas (58%). Já em 2016, das 12.864 emendas apresentadas 12.406 geraram novos recursos ao Sistema Único de Saúde (96%). A maior parte do montante de 2016, 74%, foi destinado aos Fundos Municipais de Saúde para ações como custeio de serviços da atenção básica e média e alta complexidade, construção e ampliação de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e  compra de equipamentos. Deste valor, 54% (R$2,2 bi) já foi enviado aos estados e municípios durante o próprio exercício.

O presidente Michel Temer autorizou a liberação de limites financeiros para o aprimoramento da saúde em todo o país. Foi a primeira vez, em anos, que o governo federal liberou este montante ainda no ano em curso. O Planalto sensibilizou-se com os desafios enfrentados pela pasta da saúde e liberou, inclusive, parte das emendas de bancada para melhoria do atendimento à população. Este valor foi incluído no orçamento da pasta de 2016 por deputados e senadores. A maior parte se refere ao custeio dos serviços de saúde, atendendo o pleito de gestores.

No Congresso Nacional, cada parlamentar tem direito a indicar para seus Estados, prefeituras e entidades, recursos que são liberados por meio de emendas parlamentares. Esses valores são destinados com a finalidade de apoiar as regiões no desenvolvimento de áreas como Saúde, Educação, Infraestrutura entre outras.

O Governo Federal também aprovou crédito suplementar de R$ 1,7 bilhão para ações de assistência ambulatorial e hospitalar em todo o país. O orçamento para este ano previa déficit de dois meses no pagamento desses serviços e, com a medida, levada ao Congresso Nacional pelo Ministério da Saúde, estados e municípios receberam integralmente os recursos para fechar o ano.

Gestão

Desde que assumiu a pasta, o ministro Ricardo Barros, em pouco mais de 200 dias de gestão, a partir da adoção de medidas administrativas e renegociação de contratos, alcançou economia de R$ 1,9 bilhão, valor que foi reaplicado na saúde, como a ampliação da oferta de medicamentos, custeio de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24 h e aberturas de novos serviços em Santas Casas.  Esse esforço, somado ao crédito suplementar, garantiu que o Ministério da Saúde cumprisse todos os compromissos orçamentários previstos para o ano, sem comprometer o orçamento para 2017.

Para 2017, a proposta orçamentária em tramitação no Congresso Nacional prevê pelo menos R$ 4,6 bilhões de emendas parlamentares destinadas ao setor. O valor já está somado ao orçamento federal previsto na PLOA para o ano que vem que será de R$ 115,7 bilhões. Com informações da Agência Saúde.

FONTE: FÓRUM SAÚDE DIGITAL

Contratação de planos de saúde por sites e aplicativos é regulado pela ANS

     Foi publicado  hoje (14) no Diário Oficial da União (DOU)  pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) as primeiras regras para operadoras, administradoras de benefícios e corretoras de saúde que decidirem disponibilizar a adesão de seus planos por meio de plataformas digitais, como portais na internet ou aplicativos disponíveis em smartphones. No intuito de dar mais segurança ao consumidor, as empresas devem seguir o mesmo padrão tanto na divulgação de informações sobre os produtos e planos disponíveis quanto dos documentos necessários para a transação.bigstock-First-Aid-Smartphone-42751702.jpg

As principais definições são:

Art. 2º – É facultativo o oferecimento de contratação eletrônica de planos privados de assistência à saúde.

Art. 5º – § 2° – A operadora deverá, no prazo máximo de 25 (vinte e cinco) dias corridos, concluir o processo de contratação eletrônica e disponibilizar as opções de pagamento.

Art. 5º –  § 3° – O prazo estabelecido no § 2º deste artigo se dará a partir da data do início da contratação eletrônica que corresponde ao primeiro dia de envio das informações necessárias.

Art. 8º – O contratante poderá exercer seu direito de arrependimento e rescindir o contrato unilateralmente no prazo de 7 (sete) dias de duração a partir da data de vigência do contrato.

Art. 9º – Os planos da operadora ofertados para contratação eletrônica deverão ser ofertados também presencialmente por pelo menos 12 (doze) meses, a partir da vigência desta Resolução.

Art. 13 – A operadora deverá disponibilizar, durante a contratação eletrônica, serviço adequado e eficaz de atendimento em meio eletrônico, que possibilite ao interessado a resolução de demandas referentes a informação, dúvida, reclamação, suspensão ou cancelamento do contrato.

     Nós da CloudMed acreditamos que esse é o caminho certo e que todos saem ganhando, os consumidores com mais comodidade e segurança ao contratar um serviço de saúde sem sair de casa e as empresas de saúde com um novo canal para divulgação e venda de seus produtos e serviços.

Obrigado e até a próxima.

Remuneração por Performance

     Nos Estados Unidos uma reforma na área de saúde está se intensificando, modelos de pagamento por performance entre governo e hospitais já estão em prática. O principal objetivo é gerar valor e promover um serviço de mais qualidade com um custo menor ao paciente.

    evento_rh_1     Seguindo esta tendência, o trabalho de avaliação de desempenho na saúde se torna um grande desafio, pois, dificilmente indicadores necessários não estão disponíveis no ERP “Enterprise Resource Planning” (software de gestão específico de um hospital ou operadora de saúde), dados relevantes também são gerados em planilhas eletrônicas e outros sistemas periféricos.

     Com isso, muitos hospitais americanos têm buscado modelos de negócio semelhante entre eles e seus médicos, algumas evidências já nos mostram que um modelo de compensação efetivo para médicos é crítico para o sucesso de nível macro, mas, também é importante garantir que os médicos fiquem felizes, incentivados e que estejam focados na meta correta: assistência ao paciente de alta qualidade e resultados positivos.

     Fique atento, nós da CloudMed acreditamos que a coleta, agilidade no processo, no acesso e na transparência das informações é primordial para alcançar essas metas e transformar o mercado de saúde. Estamos preparando novidades!

A Crise no Setor de Saúde Suplementar

imagesConforme divulgado em boletim do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o ano de 2015 não foi nada positivo para as Operadoras de Saúde, que perderam cerca de 766 mil beneficiários, fato justificado pela acentuação da crise econômica e o desemprego no país. Este número representa queda de 1,5% do número total de beneficiários em relação à 2014, sendo que 52,85% de todos que deixaram de possuir planos de saúde, pertencem aos contratos coletivos empresariais, provando a acentuação do desemprego.

Não obstante, a ANS tem exigido cada vez mais das operadoras, obrigando: cobertura de novos procedimentos, criação de espaço na internet onde o beneficiário tenha maior controle de informações, postos presenciais de atendimento, entre outras medidas. Todas estas determinações necessitam de investimentos em tecnologia por parte das operadoras.

As novas exigências associadas à crise no setor, fazem com que os gestores das operadoras enfrentem grandes desafios para viabilizar seu negócio. Com a receita diminuindo e as despesas aumentando, a saída mais eficaz é a contenção de custos.

Ainda é comum no Brasil, infelizmente, a falta de transparência nas contas médicas, sobretudo na aquisição de OPME e Materiais Especiais.

A fim de auxiliar as operadoras na redução de seus custos, auditoria e controle efetivo de gastos, a CloudMed possui o Portal de Compras, software que permite toda a gestão de compra de materiais, sejam: OPME, MatMed, medicamentos, insumos e muito mais! Com ele é possível ter acesso e controle de todo o processo, desde a cotação, até o faturamento dos produtos, gerando grande economia para a operadora, maior poder de compra e transparência, o que por si só, já auxilia muito a driblar a crise.

Entre em contato conosco e conheça mais sobre a ferramenta revolucionária que auxilia a economizar até 60% em produtos!

Tecnologia, a maior aliada para gestão da medicina.

A medicina moderna e a tecnologia já são inseparáveis. A descoberta dos raios X pelo físico alemão Wilhelm Conrad em 1895, e pouco tempo depois um fisiologista holandês chamado Willem Einthoven inventando o primeiro eletrocardiógrafo marcam dois dos grandes passos que a tecnologia tomou em prol da saúde e bem estar das pessoas. Desde então, a tecnologia criada para a medicina se amplia e evolui exponencialmente em todas suas partes.

Hoje em dia, podemos ter uma noção do toda essa evolução quando vemos a variedade de máquinas que existem para os mais diversos exames, pessoas vivendo com marcapassos, implantes, próteses, novos medicamentos descobertos, grandes epidemias sendo controladas em um menor tempo e etc. Mas, como estudante de tecnologia e sistemas que sou, aprendi que “A tecnologia mais eficiente é aquela que nós não vemos ou percebemos”, com isso notei que deixamos de lado, ou talvez não damos a devida importância no estudo e toda tecnologia destinada para armazenar e gerir todas essas informações criadas dentro da medicina.

Alguns podem até afirmar que a medicina só evoluiu devido aos métodos como a informação começou a ser organizada.
O desenvolvimento da arte médica ganhou grande força quando as primeiras revistas científicas começaram a ser editadas. Isso só aconteceu porque alguns centros começaram a guardar e organizar de forma cartesiana a grande quantidade de dados gerados por uma série de casos. Nos seus mais de 200 anos, o New England Journal of Medicine é uma das mais antigas revistas científicas do mundo, e, como tantas outras revistas que o sucederam, deram as bases para que o conhecimento científico fosse organizado e propagado nos livros, que certamente nos dias de hoje são encontrados online em ebooks, artigos online, sites especializados para aprender ou aprofundar em determinado assunto e/ou caso específico, fóruns e grupos de discussão online e etc.

Fora a tecnologia para organização e ganho de conhecimento, também devemos dar importância para tecnologia que conecta médicos, pacientes, entidades de saúde e agências reguladoras. Tendo base o sistema privado de saúde brasileiro, vejo o quanto é necessário uma boa gestão de todas as ferramentas utilizadas nas mais diversas áreas que as entidades de saúde abrangem, processos que antes não eram controlados sistematicamente hoje se tornam indispensáveis, além disso, quanto mais rápido e preciso determinada informação estiver nas mãos dos atores da medicina, podemos ter vários e distintos benefícios como a economia gerada entre alguns processos, a rapidez na troca de informações, a facilidade na comunicação com as agências reguladoras tudo isso refletindo qualidade do serviço prestado e na saúde de seus beneficiários.

Com tantos processos e tantas possibilidades na área de saúde, a CloudMed trabalha para prover à seus parceiros, soluções que agilizam camadas específicas da saúde, conheça 4 delas:

Portal de Compras – Gestão de OPME, Materiais e Medicamentos

XTISS – Validador e Gerador de arquivos XML no padrão TISS

GEDWEB – Gestão Eletrônica de Documentos

IEPC – Gestão de Intecâmbio para Produtos Complementares

A tecnologia têm desempenhado um papel fundamental nos avanços da medicina moderna, assim como eu disse no meu post anterior que o “Cloud computing é um caminho sem volta“, digo nesse post que a tecnologia na vida das pessoas em benefício da saúde também um caminho sem volta, caminho esse que já foi iniciado há muito tempo. Digo isso não no sentido de que um dia seremos totalmente dependentes da tecnologia para sobrevivermos, mas sim que podemos utilizá-la cada vez mais para nosso puro benefício, estendendo, salvando e (quem sabe em algum dia) criando vidas. Obrigado e até mais!

Por Lander Malta.