A Tecnologia na Gestão de OPMEs

Nos dias atuais, graças à evolução tecnológica já é possível controlar epidemias, evitar doenças crônicas e diminuir infecções hospitalares. Na área da saúde, a tecnologia vem marcando presença ano após ano, não só nas questões patológicas, mas principalmente nas questões éticas e econômicas.

Através desses grandes avanços, já se pode rastrear, fazer o controle de compras, vendas e identificação individual de cada OPME (órtese, prótese e materiais especiais), por exemplo, assunto que veio à tona no ano de 2015 preocupando a todos. O fato de que eram realizadas cirurgias sem necessidade, apenas para lucrar com a obtenção desses insumos de alto custo, fez com que a população abrisse os olhos para esse tema que era pouco conhecido anteriormente, e que prejudica de modo direto as Operadoras e os Beneficiários.

Desta forma, é fácil perceber como as ferramentas tecnológicas colaboram com toda a esfera hospitalar, agilizando os atendimentos, melhorando a qualidade dos equipamentos, otimizando as pesquisas que resultam em diagnósticos mais rápidos e eficazes que evitam operações desnecessárias e consequentemente salvam vidas.

A gestão correta dos materiais especiais contribui para a realização de cirurgias mais seguras através da auditoria de cada um dos insumos, que torna possível a identificação e local exato de cada material, evitando compras em excesso, preços abusivos além de impedir que algum deles seja deixado no interior do paciente acidentalmente.

De todas as maneiras, a tecnologia se tornou aliada à saúde, facilitando atividades cotidianas, e impedindo possíveis fraudes, resultando em benefícios para todos.

Auditoria de OPMEs

Hoje em dia na área da saúde, dificilmente você vai ouvir falar de questões mais complexas que a questão das OPMEs (órteses, próteses e materiais especiais). Como já mencionei em outros posts, em geral, compras indevidas dos materiais de alto custo e preferência por fornecedores e/ou marcas exclusivas desencadeia gastos absurdos às Operadoras de saúde e por conseguinte, aos Beneficiários, é claro.

O conhecimento com relação a esse assunto seria bem esclarecido somente por aqueles que convivem diretamente com os auditores, pois eles sabem quão importante é a administração correta desses materiais especiais, uma vez que estão sempre acompanhando de perto todos os procedimentos, desde a solicitação até a cotação e a compra final, analisando cuidadosamente toda a documentação para finalmente autorizar… e depois recomeçar tudo outra vez.

Porém, a auditoria das OPMEs em si não depende apenas de um auditor, sendo imprescindível um posicionamento técnico além do cumprimento total da legislação vigente estabelecida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), quer dizer, as aquisições só serão finalizadas se os profissionais responsáveis seguirem devidamente todos os padrões obrigatórios.

Desse modo, as ferramentas tecnológicas sem dúvida, têm ajudado (e muito) a otimização dos processos de compra e auditoria, simplificando os orçamentos e ampliando a visão dos compradores quanto aos fornecedores e distribuidores, isso sem mencionar a exatidão e agilidade adquiridas através delas, como prerrogativa.

À vista disso, fica mais fácil enxergar soluções práticas para a redução de gastos com os materiais especiais quando a tecnologia se torna uma aliada, ajudando a fazer acordos que não pesem tanto nos caixas das Operadoras e consequentemente melhorando as auditorias, tornando as autorizações mais corretas e rápidas, trazendo resultados satisfatórios para todos os envolvidos.

A importância das OPME’s

Já citei em vários posts que uma das áreas mais importantes, e caras, no universo hospitalar com certeza é a de OPME (órteses, próteses e materiais especiais), isso sem mencionar quão burocrática é a sua obtenção. A gestão desses materiais é, sem dúvida, complexa e não depende somente do auditor, a administração completa possui leis e trâmites incontáveis que muitas vezes atrasam os procedimentos.

Todas as etapas, desde o registro até a normalização e monitoramento das autorizações podem resultar em um desperdício de dinheiro significativo, além de prejudicar procedimentos médicos, atrasar consultas e gerar glosas.

Sabe-se que nesse setor, os gastos com todo o processo das OPME’s são os que mais sobem, ocasionando grande impacto financeiro para os hospitais, Operadoras de Saúde e portanto, para os Beneficiários. Dessa forma, é necessário que todos os materiais sejam cuidadosamente avaliados e cotados, já que a diferença de preço entre um fornecedor e outro é absurda, além disso, todos os produtos precisam estar devidamente padronizados conforme a legislação vigente.

A utilização das novas tecnologias tem colaborado muito para a melhoria da administração das OPME’s, da mesma maneira que facilita cotações, orçamentos e a compra final. O monitoramento eletrônico das aquisições ajuda a evitar faturamentos fraudulentos e compras indevidas, reduzindo drasticamente o desperdício de dinheiro. Também é possível monitorar o que entra e sai do estoque, quais usuários fizeram as compras, quais são os fornecedores e verificar as notas fiscais sempre que necessário.

É claro que a inteligência artificial otimiza o desempenho das tarefas, mas nem só de tecnologia se mantém um hospital, o bom senso deve fazer parte do dia-a-dia das distribuidoras, compradores e auditores, tornando esses investimentos cada vez mais corretos a fim de melhorar os lucros e evitar dores de cabeça.

Economia e Tecnologia

Não é difícil perceber quão importante é a Gestão de OPME (órteses, próteses e materiais especiais) para a área da saúde, dado que as despesas com as aquisições de OPMEs são de aproximadamente 80% do que se paga nas contas hospitalares, ou seja, contas que as Operadoras de Saúde pagam, e consequentemente, os Beneficiários também.

Saber administrar corretamente as OPMEs tem se tornado mais fácil com o passar do tempo graças à tecnologia, aos sistemas de software e à qualificação do pessoal encarregado.

Como já dito no meu post anterior, a tecnologia às vezes pode ser mal interpretada, ou até pouco notada agora que tudo parece ser mais moderno e prático. Porém, a tecnologia têm sido muito eficaz para a medicina, praticamente se tornando item obrigatório em quase todos os setores da saúde.

Atualmente, a tecnologia é um recurso indispensável quando o assunto é Gestão de OPME, uma vez que, através de plataformas inteligentes, é possível visualizar várias possibilidades, fornecedores, preços, qualidade dos materiais e etc, mantendo o comércio em harmonia. Hoje sabe-se que o emprego de ferramentas tecnológicas não significa pagar mais, muito menos substituir alguém a favor dela. Ao invés disso, criou-se uma infinidade de cargos relacionados à tecnologia, que conseguiram tornar certas aquisições mais baratas, inclusive na área de OPME. Tudo depende, claro, da sensatez dos responsáveis pela administração e compra de OPMEs.

O gerenciamento das OPMEs não depende apenas do profissional responsável, pois existem legislações estabelecidas pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que devem ser cumpridas por eles e pelos distribuidores. Além disso, os gestores de OPME são bastante pressionados quanto à qualidade dos produtos, prazos de entrega e, sem dúvida, aos valores a serem pagos.

Trabalhar com materiais de alto custo é um desafio constante no mundo da medicina, onde os gestores trabalham sob grande pressão e precisam utilizar a tecnologia em seu benefício para amenizar as tensões e reduzir as falhas. Com certeza a melhor forma de gerir as compras e os valores dos materiais especiais seria utilizando uma plataforma tecnológica que cumpra as legislações vigentes e colabore com a economia de gastos.

Gestão & OPME

Para conseguir preservar um bom desempenho das funções, é necessário saber administrar todos os setores de uma empresa, mantendo as tarefas em equilíbrio, assegurando que nada saia errado causando um “efeito dominó”. Na área da saúde isso também acontece, já que uma atividade interfere na outra, fazendo com que o atendimento inicial possa se tornar consequência de um bom ou mau desfecho. A grande diferença é que dentro de uma organização hospitalar, dependendo das circunstâncias, os resultados podem custar uma vida, ou então salvá-la.

Cada etapa tem sua importância. Desde a chegada do paciente ao hospital até a sua liberação, vários profissionais desempenham seus diferentes papéis de forma responsável para que os resultados sejam os melhores possíveis. Na recepção, por exemplo, o ideal é que o atendimento seja o mais claro e breve possível, especificando a urgência ou emergência da situação, e desse modo, facilitando as etapas seguintes.

São muitos os meios que podem otimizar os serviços de saúde, mas nenhum é tão eficiente quanto a tecnologia, que pode ser aplicada em praticamente todos os estágios.

Como já dito em um post anterior, as OPMEs (órteses, próteses e materiais especiais) fazem parte de um círculo misterioso, visto que requerem grande investimento financeiro, mas são indispensáveis embora afetem os lucros das Operadoras de Saúde de forma direta. Cada uma delas possui categorias definidas por suas características, valores, prazos, validade e etc, causando dor de cabeça e um peso significativo no caixa das Operadoras.

O uso de ferramentas de informação, que sejam aptas e coerentes, se tornou algo essencial igualmente na área da saúde. As soluções inovadoras e modernas conseguem fazer com que os atendimentos sejam mais rápidos, os procedimentos médicos mais eficazes e ainda ajudam a monitorar toda e qualquer movimentação de compras dos produtos, a fim de evitar gastos desnecessários.

Atualmente, sabe-se que o gerenciamento de todo o fluxo dos materiais especiais é fundamental, garantindo que o estoque fique sempre em dia, possibilitando uma melhor programação das aquisições, considerando o tempo de entrega e os custos.

Ou seja, através de uma gestão adequada e pessoal capacitado, não tem erro: o atendimento vai agilizar, os gastos vão cair e os serviços vão melhorar incessantemente.

Um portal para OPMEs

O avanço tecnológico na área da medicina tem sido acelerado. Todos os dias se ouve falar sobre novos equipamentos, novas técnicas e soluções para os mais variados procedimentos médicos, que antes sequer passavam por nossas cabeças. As cirurgias ortopédicas, por exemplo, há alguns anos eram sinônimo de angústia e preocupação, mas atualmente confiamos muito mais nos novos procedimentos, graças a evolução e modernidade constante nesse setor.

Porém, com grandes progressos vêm grandes gastos. O desenvolvimento de tecnologias mais atuais custa caro, e como a evolução é incessante, os valores tendem a subir cada vez mais.

Devido a isso, a questão das OPME (Órtese, Prótese e Materiais Especiais) tem se tornado cada vez mais comum hoje em dia, sabendo-se que elas trazem benefícios, mas também muitos receios para os agentes de saúde. A urgência pela aquisição de OPMEs expandiu significativamente o comércio e ampliou a concorrência nessa área, entretanto os valores continuam exorbitantes, e a diferença de custo entre uma distribuidora e outra é espantosa.

Por esse motivo, as operadoras de saúde buscaram assessoria à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que elaborou diretrizes para a padronização do consumo de OPMEs, criando Resoluções Normativas que visam evitar fraudes e gastos indevidos. Ainda assim, seria necessário a utilização de novos métodos para a garantia da qualidade e da ética dos encargos, e isso requer recursos confiáveis, com preços acessíveis e pessoal habilitado.

De olho nesse mercado, a CloudMed desenvolveu uma plataforma de negociação de materiais cirúrgicos de alto custo, o Portal de Compras, que é uma excelente ferramenta para gestão e cotação de OPMEs com os fornecedores cadastrados pelo usuário. É uma plataforma totalmente transparente, que facilita a visualização e auditoria de todo o processo de cotação, desde a criação do orçamento, até o recebimento das notas fiscais. Esta aplicação estimula inclusive o fornecedor a praticar os menores preços através de um leilão reverso, ou seja, uma vez que o usuário solicita um orçamento, os fornecedores interessados vão informar seus valores, assim o comprador pode identificar o melhor custo x benefício e o produto de melhor qualidade.

O Portal de Compras possui recursos para emissão de relatórios e informações importantes sobre a cotação, e, por se tratar de ambiente web, pode ser acessado em qualquer lugar do mundo a qualquer hora do dia ou da noite, além de ser efetivamente seguro, já que controla desde o acesso dos usuários, até o fim do orçamento.

Dessa maneira, os beneficiários dos planos de saúde vão poder usufruir dos seus direitos sem desvantagens ou prejuízos, considerando o uso sensato das OPMEs resultando em melhorias nos sistemas de saúde.

por Bruna Montanini

Finanças e dinheiro em clínicas e consultórios

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É muito comum encontrar situações onde os profissionais de saúde, neste caso os médicos, encontrem dificuldades na gestão financeira de seus consultórios e clínicas. Este fato se deve pela falta de experiência e maturidade de gestão administrativa, uma vez que sua formação de essência é a medicina.

Uma boa gestão financeira aliada à uma administração da clínica eficiente, evita problemas sérios como o pagamento indevido e supervalorizado de taxas, o desperdício de oportunidades com aplicações financeiras atraentes, além de trazer outros tantos benefícios.

Principalmente na hora de se escolher uma administradora de cartões de crédito, quando se decide pela aceitação destes, é muito comum ao profissional de saúde não se atentar aos valores cobrados pelos aluguéis das “maquininhas” e taxas praticadas, sem falar das possibilidades tecnológicas que cada operadora pode oferecer.

Hoje em dia há uma grande oferta dessas “maquininhas”, cada qual com um modelo de máquina e taxas diferenciadas, mas o que pouco se observa são os recursos particulares que buscam os profissionais médicos empreendedores, como por exemplo, a divisão de pagamentos para diferentes CPFs/CNPJs ou diferentes contas, dentro de uma mesma “maquininha”.

Sistemas de pagamentos que oferecem este recurso, como o projeto da CloudMed intitulado DoctorPay®, podem ser de grande ajuda na gestão de pagamentos e nas finanças das clínicas onde mais de um profissional atende e mais de um procedimento é executado.

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Uma mesma maquininha com múltiplos recebedores e múltiplas contas pode trazer uma economia enorme, sem falar da transparência dos lançamentos financeiros.

Para saber mais, basta enviar um email para comercial@cloudmed.io e pedir por mais informações sobre o sistema de pagamentos DoctorPay®.