Economia e Tecnologia

Não é difícil perceber quão importante é a Gestão de OPME (órteses, próteses e materiais especiais) para a área da saúde, dado que as despesas com as aquisições de OPMEs são de aproximadamente 80% do que se paga nas contas hospitalares, ou seja, contas que as Operadoras de Saúde pagam, e consequentemente, os Beneficiários também.

Saber administrar corretamente as OPMEs tem se tornado mais fácil com o passar do tempo graças à tecnologia, aos sistemas de software e à qualificação do pessoal encarregado.

Como já dito no meu post anterior, a tecnologia às vezes pode ser mal interpretada, ou até pouco notada agora que tudo parece ser mais moderno e prático. Porém, a tecnologia têm sido muito eficaz para a medicina, praticamente se tornando item obrigatório em quase todos os setores da saúde.

Atualmente, a tecnologia é um recurso indispensável quando o assunto é Gestão de OPME, uma vez que, através de plataformas inteligentes, é possível visualizar várias possibilidades, fornecedores, preços, qualidade dos materiais e etc, mantendo o comércio em harmonia. Hoje sabe-se que o emprego de ferramentas tecnológicas não significa pagar mais, muito menos substituir alguém a favor dela. Ao invés disso, criou-se uma infinidade de cargos relacionados à tecnologia, que conseguiram tornar certas aquisições mais baratas, inclusive na área de OPME. Tudo depende, claro, da sensatez dos responsáveis pela administração e compra de OPMEs.

O gerenciamento das OPMEs não depende apenas do profissional responsável, pois existem legislações estabelecidas pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que devem ser cumpridas por eles e pelos distribuidores. Além disso, os gestores de OPME são bastante pressionados quanto à qualidade dos produtos, prazos de entrega e, sem dúvida, aos valores a serem pagos.

Trabalhar com materiais de alto custo é um desafio constante no mundo da medicina, onde os gestores trabalham sob grande pressão e precisam utilizar a tecnologia em seu benefício para amenizar as tensões e reduzir as falhas. Com certeza a melhor forma de gerir as compras e os valores dos materiais especiais seria utilizando uma plataforma tecnológica que cumpra as legislações vigentes e colabore com a economia de gastos.

Gestão & OPME

Para conseguir preservar um bom desempenho das funções, é necessário saber administrar todos os setores de uma empresa, mantendo as tarefas em equilíbrio, assegurando que nada saia errado causando um “efeito dominó”. Na área da saúde isso também acontece, já que uma atividade interfere na outra, fazendo com que o atendimento inicial possa se tornar consequência de um bom ou mau desfecho. A grande diferença é que dentro de uma organização hospitalar, dependendo das circunstâncias, os resultados podem custar uma vida, ou então salvá-la.

Cada etapa tem sua importância. Desde a chegada do paciente ao hospital até a sua liberação, vários profissionais desempenham seus diferentes papéis de forma responsável para que os resultados sejam os melhores possíveis. Na recepção, por exemplo, o ideal é que o atendimento seja o mais claro e breve possível, especificando a urgência ou emergência da situação, e desse modo, facilitando as etapas seguintes.

São muitos os meios que podem otimizar os serviços de saúde, mas nenhum é tão eficiente quanto a tecnologia, que pode ser aplicada em praticamente todos os estágios.

Como já dito em um post anterior, as OPMEs (órteses, próteses e materiais especiais) fazem parte de um círculo misterioso, visto que requerem grande investimento financeiro, mas são indispensáveis embora afetem os lucros das Operadoras de Saúde de forma direta. Cada uma delas possui categorias definidas por suas características, valores, prazos, validade e etc, causando dor de cabeça e um peso significativo no caixa das Operadoras.

O uso de ferramentas de informação, que sejam aptas e coerentes, se tornou algo essencial igualmente na área da saúde. As soluções inovadoras e modernas conseguem fazer com que os atendimentos sejam mais rápidos, os procedimentos médicos mais eficazes e ainda ajudam a monitorar toda e qualquer movimentação de compras dos produtos, a fim de evitar gastos desnecessários.

Atualmente, sabe-se que o gerenciamento de todo o fluxo dos materiais especiais é fundamental, garantindo que o estoque fique sempre em dia, possibilitando uma melhor programação das aquisições, considerando o tempo de entrega e os custos.

Ou seja, através de uma gestão adequada e pessoal capacitado, não tem erro: o atendimento vai agilizar, os gastos vão cair e os serviços vão melhorar incessantemente.

Um portal para OPMEs

O avanço tecnológico na área da medicina tem sido acelerado. Todos os dias se ouve falar sobre novos equipamentos, novas técnicas e soluções para os mais variados procedimentos médicos, que antes sequer passavam por nossas cabeças. As cirurgias ortopédicas, por exemplo, há alguns anos eram sinônimo de angústia e preocupação, mas atualmente confiamos muito mais nos novos procedimentos, graças a evolução e modernidade constante nesse setor.

Porém, com grandes progressos vêm grandes gastos. O desenvolvimento de tecnologias mais atuais custa caro, e como a evolução é incessante, os valores tendem a subir cada vez mais.

Devido a isso, a questão das OPME (Órtese, Prótese e Materiais Especiais) tem se tornado cada vez mais comum hoje em dia, sabendo-se que elas trazem benefícios, mas também muitos receios para os agentes de saúde. A urgência pela aquisição de OPMEs expandiu significativamente o comércio e ampliou a concorrência nessa área, entretanto os valores continuam exorbitantes, e a diferença de custo entre uma distribuidora e outra é espantosa.

Por esse motivo, as operadoras de saúde buscaram assessoria à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que elaborou diretrizes para a padronização do consumo de OPMEs, criando Resoluções Normativas que visam evitar fraudes e gastos indevidos. Ainda assim, seria necessário a utilização de novos métodos para a garantia da qualidade e da ética dos encargos, e isso requer recursos confiáveis, com preços acessíveis e pessoal habilitado.

De olho nesse mercado, a CloudMed desenvolveu uma plataforma de negociação de materiais cirúrgicos de alto custo, o Portal de Compras, que é uma excelente ferramenta para gestão e cotação de OPMEs com os fornecedores cadastrados pelo usuário. É uma plataforma totalmente transparente, que facilita a visualização e auditoria de todo o processo de cotação, desde a criação do orçamento, até o recebimento das notas fiscais. Esta aplicação estimula inclusive o fornecedor a praticar os menores preços através de um leilão reverso, ou seja, uma vez que o usuário solicita um orçamento, os fornecedores interessados vão informar seus valores, assim o comprador pode identificar o melhor custo x benefício e o produto de melhor qualidade.

O Portal de Compras possui recursos para emissão de relatórios e informações importantes sobre a cotação, e, por se tratar de ambiente web, pode ser acessado em qualquer lugar do mundo a qualquer hora do dia ou da noite, além de ser efetivamente seguro, já que controla desde o acesso dos usuários, até o fim do orçamento.

Dessa maneira, os beneficiários dos planos de saúde vão poder usufruir dos seus direitos sem desvantagens ou prejuízos, considerando o uso sensato das OPMEs resultando em melhorias nos sistemas de saúde.

por Bruna Montanini

Finanças e dinheiro em clínicas e consultórios

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É muito comum encontrar situações onde os profissionais de saúde, neste caso os médicos, encontrem dificuldades na gestão financeira de seus consultórios e clínicas. Este fato se deve pela falta de experiência e maturidade de gestão administrativa, uma vez que sua formação de essência é a medicina.

Uma boa gestão financeira aliada à uma administração da clínica eficiente, evita problemas sérios como o pagamento indevido e supervalorizado de taxas, o desperdício de oportunidades com aplicações financeiras atraentes, além de trazer outros tantos benefícios.

Principalmente na hora de se escolher uma administradora de cartões de crédito, quando se decide pela aceitação destes, é muito comum ao profissional de saúde não se atentar aos valores cobrados pelos aluguéis das “maquininhas” e taxas praticadas, sem falar das possibilidades tecnológicas que cada operadora pode oferecer.

Hoje em dia há uma grande oferta dessas “maquininhas”, cada qual com um modelo de máquina e taxas diferenciadas, mas o que pouco se observa são os recursos particulares que buscam os profissionais médicos empreendedores, como por exemplo, a divisão de pagamentos para diferentes CPFs/CNPJs ou diferentes contas, dentro de uma mesma “maquininha”.

Sistemas de pagamentos que oferecem este recurso, como o projeto da CloudMed intitulado DoctorPay®, podem ser de grande ajuda na gestão de pagamentos e nas finanças das clínicas onde mais de um profissional atende e mais de um procedimento é executado.

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Uma mesma maquininha com múltiplos recebedores e múltiplas contas pode trazer uma economia enorme, sem falar da transparência dos lançamentos financeiros.

Para saber mais, basta enviar um email para comercial@cloudmed.io e pedir por mais informações sobre o sistema de pagamentos DoctorPay®.

Emendas parlamentares reforçam o orçamento em saúde em 2016

A saúde pública brasileira em 2016 bateu recorde na destinação de emendas parlamentares em 2016. No total, foram aprovadas 14.521 propostas, 66% a mais que em 2015, quando foram contabilizadas 6.255. Houve um crescimento considerável em relação ao valor investido que também dobrou, passando de R$ 2,1 bilhões para 4,2 bilhões em 2016. Segundo o Ministério da Saúde, o maior aproveitamento das emendas parlamentares se traduz na ampliação do acesso da população aos serviços públicos de saúde, como mais leitos, mais Unidades Básicas de Saúde (UBS), entre outros.

Em 2015 das 10.800 propostas, 6.255 foram empenhadas (58%). Já em 2016, das 12.864 emendas apresentadas 12.406 geraram novos recursos ao Sistema Único de Saúde (96%). A maior parte do montante de 2016, 74%, foi destinado aos Fundos Municipais de Saúde para ações como custeio de serviços da atenção básica e média e alta complexidade, construção e ampliação de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e  compra de equipamentos. Deste valor, 54% (R$2,2 bi) já foi enviado aos estados e municípios durante o próprio exercício.

O presidente Michel Temer autorizou a liberação de limites financeiros para o aprimoramento da saúde em todo o país. Foi a primeira vez, em anos, que o governo federal liberou este montante ainda no ano em curso. O Planalto sensibilizou-se com os desafios enfrentados pela pasta da saúde e liberou, inclusive, parte das emendas de bancada para melhoria do atendimento à população. Este valor foi incluído no orçamento da pasta de 2016 por deputados e senadores. A maior parte se refere ao custeio dos serviços de saúde, atendendo o pleito de gestores.

No Congresso Nacional, cada parlamentar tem direito a indicar para seus Estados, prefeituras e entidades, recursos que são liberados por meio de emendas parlamentares. Esses valores são destinados com a finalidade de apoiar as regiões no desenvolvimento de áreas como Saúde, Educação, Infraestrutura entre outras.

O Governo Federal também aprovou crédito suplementar de R$ 1,7 bilhão para ações de assistência ambulatorial e hospitalar em todo o país. O orçamento para este ano previa déficit de dois meses no pagamento desses serviços e, com a medida, levada ao Congresso Nacional pelo Ministério da Saúde, estados e municípios receberam integralmente os recursos para fechar o ano.

Gestão

Desde que assumiu a pasta, o ministro Ricardo Barros, em pouco mais de 200 dias de gestão, a partir da adoção de medidas administrativas e renegociação de contratos, alcançou economia de R$ 1,9 bilhão, valor que foi reaplicado na saúde, como a ampliação da oferta de medicamentos, custeio de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24 h e aberturas de novos serviços em Santas Casas.  Esse esforço, somado ao crédito suplementar, garantiu que o Ministério da Saúde cumprisse todos os compromissos orçamentários previstos para o ano, sem comprometer o orçamento para 2017.

Para 2017, a proposta orçamentária em tramitação no Congresso Nacional prevê pelo menos R$ 4,6 bilhões de emendas parlamentares destinadas ao setor. O valor já está somado ao orçamento federal previsto na PLOA para o ano que vem que será de R$ 115,7 bilhões. Com informações da Agência Saúde.

FONTE: FÓRUM SAÚDE DIGITAL

Contratação de planos de saúde por sites e aplicativos é regulado pela ANS

     Foi publicado  hoje (14) no Diário Oficial da União (DOU)  pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) as primeiras regras para operadoras, administradoras de benefícios e corretoras de saúde que decidirem disponibilizar a adesão de seus planos por meio de plataformas digitais, como portais na internet ou aplicativos disponíveis em smartphones. No intuito de dar mais segurança ao consumidor, as empresas devem seguir o mesmo padrão tanto na divulgação de informações sobre os produtos e planos disponíveis quanto dos documentos necessários para a transação.bigstock-First-Aid-Smartphone-42751702.jpg

As principais definições são:

Art. 2º – É facultativo o oferecimento de contratação eletrônica de planos privados de assistência à saúde.

Art. 5º – § 2° – A operadora deverá, no prazo máximo de 25 (vinte e cinco) dias corridos, concluir o processo de contratação eletrônica e disponibilizar as opções de pagamento.

Art. 5º –  § 3° – O prazo estabelecido no § 2º deste artigo se dará a partir da data do início da contratação eletrônica que corresponde ao primeiro dia de envio das informações necessárias.

Art. 8º – O contratante poderá exercer seu direito de arrependimento e rescindir o contrato unilateralmente no prazo de 7 (sete) dias de duração a partir da data de vigência do contrato.

Art. 9º – Os planos da operadora ofertados para contratação eletrônica deverão ser ofertados também presencialmente por pelo menos 12 (doze) meses, a partir da vigência desta Resolução.

Art. 13 – A operadora deverá disponibilizar, durante a contratação eletrônica, serviço adequado e eficaz de atendimento em meio eletrônico, que possibilite ao interessado a resolução de demandas referentes a informação, dúvida, reclamação, suspensão ou cancelamento do contrato.

     Nós da CloudMed acreditamos que esse é o caminho certo e que todos saem ganhando, os consumidores com mais comodidade e segurança ao contratar um serviço de saúde sem sair de casa e as empresas de saúde com um novo canal para divulgação e venda de seus produtos e serviços.

Obrigado e até a próxima.

Remuneração por Performance

     Nos Estados Unidos uma reforma na área de saúde está se intensificando, modelos de pagamento por performance entre governo e hospitais já estão em prática. O principal objetivo é gerar valor e promover um serviço de mais qualidade com um custo menor ao paciente.

    evento_rh_1     Seguindo esta tendência, o trabalho de avaliação de desempenho na saúde se torna um grande desafio, pois, dificilmente indicadores necessários não estão disponíveis no ERP “Enterprise Resource Planning” (software de gestão específico de um hospital ou operadora de saúde), dados relevantes também são gerados em planilhas eletrônicas e outros sistemas periféricos.

     Com isso, muitos hospitais americanos têm buscado modelos de negócio semelhante entre eles e seus médicos, algumas evidências já nos mostram que um modelo de compensação efetivo para médicos é crítico para o sucesso de nível macro, mas, também é importante garantir que os médicos fiquem felizes, incentivados e que estejam focados na meta correta: assistência ao paciente de alta qualidade e resultados positivos.

     Fique atento, nós da CloudMed acreditamos que a coleta, agilidade no processo, no acesso e na transparência das informações é primordial para alcançar essas metas e transformar o mercado de saúde. Estamos preparando novidades!