Cartões pré-pagos de saúde e suas vantagens

A crise econômica em qualquer parte do mundo acaba sendo fator de transformação em diversos setores da economia, seja na indústria ou no comércio, uma vez que o desemprego cresce e o poder de consumo cai, novas oportunidades nascem e a criatividade é colocada em prática.

Não é diferente no setor da saúde. A crise financeira nos últimos anos no Brasil, levou  milhões de pessoas, empregadas ou não, a repensarem seus orçamentos domésticos, realizando cortes em muitas de suas despesas mensais, incluindo considerar se continuam pagando a mensalidade dos planos de saúde, cada vez mais cara no país.

A cada ano, centenas de milhares de pessoas deixam de pagar a mensalidade do plano de saúde e acabam ficando “descobertas” em ocasiões que dependem de um atendimento médico, restando-lhes recorrer ao atendimento público de saúde, o nosso tão conhecido SUS.

Diante a crise e este movimento de cenário, uma nova modalidade de negócio vem chamando a atenção, os cartões pré-pagos de saúde, que vem crescendo incríveis 300% ao ano.

A dinâmica é simples, o usuário do cartão paga uma mensalidade que gira em torno de R$ 20,00 para se manter ativo e faz uma recarga no cartão, sempre que precisar de algum atendimento. Neste modelo, existem vantagens tanto para o usuário quanto para o profissional de saúde, pois o valor pago por uma consulta ou procedimento laboratorial é bem menor que um valor pago no particular, e para o profissional de saúde, o valor acaba sendo maior que o valor pago pelo plano, gerando uma vantagem e economia para todos na equação.

O valor médio de uma consulta com o cartão pré-pago fica por volta dos R$ 80,00 dependendo da especialidade, valor bem menor que quando pago no “particular”.

Esta modalidade vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil e cada vez mais adeptos, independente de classe ou situação social.

Empresas como o Cartão Vale Saúde Sempre e o Cartão Tem, ambos na capital paulista, vem apresentando ótimos resultados e a base de usuários ativos não para de crescer.

A máxima de que se vida lhe der um limão, faça dele uma limonada, é absolutamente verdadeira nesta situação, ou seja, a crise gerando oportunidades para todos os lados.

Até o próximo post!

 

Novo tratamento contra hepatite C pode ser oferecido pelo Ministério da Saúde

    Nesta quinta-feira (27) o Ministério da Saúde anunciou o novo tratamento para pessoas com diagnostico de hepatite C. Independentemente do estágio de comprometimento, pacientes terão acesso gradativo a medicamentos que apresentam 90% de cura da doença.
Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a medida prevê o tratamento dos casos em estágio inicial da doença para que não haja a propagação do vírus, “É uma política nova, de erradicação da hepatite C no país”, disse.
A hepatite C é subdivida entre os níveis que vai de F0 a F4. Após essas etapas, a doença pode evoluir para cirrose, câncer de fígado e levar à necessidade de transplante. Para que evitar a evolução,  a pasta estima aplicar 12 milhões de testes em todo país.
A meta do ministério é zerar a fila de pacientes graves que aguardam o tratamento para a hepatite C. Atualmente, 2.800 pessoas esperam para ser tratadas. Até o momento, são medicados os pacientes em grau avançado da doença (F3 e F4).
Atualmente, o país tem 135 mil pessoas diagnosticadas com a doença e o ministro ressalta, “Queremos alcançar as 135 mil pessoas que estão contaminadas em qualquer nível de hepatite. Nesse ano, após os 12 milhões de testes de hepatite C, vamos procurar identificar mais pessoas que precisam do tratamento. Há muitas pessoas com hepatite que não sabem. A testagem é fundamental”.

Até o próximo! 🙂

Smartphones são os vilões para os olhos

Na última semana, o queridinho da Apple, iPhone, completou dez anos de existência. Para celebrar a data, a revista Wired publicou um editorial sobre como o lançamento do telefone móvel da Apple é o catalisador de um fenômeno que poderá afetar as próximas gerações, mais precisamente alterando a visão dos seres humanos que vão nascer daqui em diante.

Em uma conversa com o oftalmologista britânico Andrew Bastawrous, especialista em saúde dos olhos e um dos criadores da PEEK vision, uma ferramenta capaz de diagnosticar problemas oculares através do celular, o médico afirma que embora reconheça que esses dispositivos eletrônicos facilitaram bastante o nosso dia a dia, acredita que, por conta da tecnologia presente nos smartphones, o mundo enfrenta uma epidemia de miopia.

Como assim?

Segundo Andrew, mais pessoas estão se tornando míopes hoje do que uma década atrás, e parte desse cenário acontece por causa dos Smartphones. A situação é tão alarmante que, para o especialista, não será nenhuma surpresa se os humanos que nascerem nos próximos anos tiverem o formato dos olhos diferente do das pessoas atuais.
“A implicação disso (epidemia de miopia) não é apenas que há mais pessoas precisando de óculos, mas que sua condição seja patológica. Sua miopia se deve ao crescimento do globo ocular, particularmente em populações de descendência asiática, a uma taxa que está causando outras disfunções visuais mais graves por causa do descolamento da retina do glaucoma”, aponta.
Bastawrous explica que o crescimento do olho tende diminuir sua velocidade na adolescência, até finalmente parar ao atingir a fase adulta. Só que essa desaceleração não está acontecendo em gerações mais novas, e alguns países já sofrem desse efeito mais frequentemente do que outros locais. É o caso de nações asiáticas como Singapura, onde mais de 90% das crianças deixam a escola míopes.

E quais são as causas?

Segundo Bastawrous, há duas possíveis teorias que explicam essa epidemia de problemas na visão. A primeira é que as pessoas estão passando mais tempo em frente às telas de seus smartphones, o que, involuntariamente, encoraja o olho a ficar míope para atender às necessidades de cada ambiente — por exemplo, o olho tenta se adaptar a diferentes níveis de luz para tornar a visualização nos displays mais confortável e menos cansativa.

O oftalmologista diz que há evidências que justificam essa afirmação, uma vez que o fenômeno está acontecendo com muito mais rapidez do que se fosse algo causado por algum evento ambiental ou por fatores genéticos.

A segunda teoria, que não está diretamente ligada aos aparelhos eletrônicos, é que as crianças passam mais tempo em locais fechados do que em ambientes abertos. Por não receberem a mesma exposição aos raios ultravioleta ao longo do dia, as chances de as crianças ficarem míopes são maiores, uma vez que estão a maior parte do dia dentro de salas fechadas. Isso explicaria a Ásia como o continente mais afetado, já que as escolas por lá exigem um grande esforço dos alunos por bons resultados.

Na opinião de Bastawrous, o ser humano tem um sistema visual extremamente complexo que agora tenta dividir a atenção entre o mundo real e as telas dos celulares. Para o especialista, isso, a longo prazo, terá um efeito na forma como interagimos com o nosso redor.

“Estamos gastando menos tempo olhando outras pessoas nos olhos. Estamos com menos empatia na forma como tratamos as pessoas. E acho que a quantidade de tempo que damos às nossas telas é parte desse problema. Gostaria de ver empatia e compaixão incorporadas em nossa tecnologia moderna, mas para ampliá-la ao invés de reduzi-la. O iPhone e os smartphones no geral podem amplificar o comportamento humano, seja positivo ou negativo”, conclui.

Má Alimentação, Obesidade e Hospitalizações.

Segundo estudo publicado pela revista médica americana JAMA Cardiology este mês, moradores de algumas regiões de Nova York passaram a ter 6% menos chances de ficarem hospitalizados devido à obesidade.

Em 2007 Nova York restringiu o uso de gorduras trans para alimentos comprados em locais como: restaurantes, padarias e vendedores ambulantes. Esta regra passou a valer para 5 regiões do estado. Posteriormente, outras regiões adotaram medidas similares.

“A cidade de Nova York foi progressista e aprovou restrições sobre a gordura trans, mas ninguém tinha visto se isso trazia mudanças mensuráveis para a saúde” – de acordo com o principal autor do estudo, Erik Brandt, da Universidade Yale, Connecticut.

Um ano após as limitações, os resultados já foram perceptíveis: os óbitos ligados às doenças cardio-vasculares caíram 4,5%. Pesquisas mais recentes mostram queda de 6% nos níveis de internações e hospitalizações por AVC ou infarto.

No Brasil, nos últimos 10 anos houve 60% de aumento nos casos de obesidade, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Cerca de 20% do total da população brasileira é considerada obesa. O aumento de peso é atribuído a fatores econômicos, culturais, genéticos e também hormonais. Hoje, devido ao ritmo de trabalho, as pessoas tem pouco tempo para se alimentar adequadamente, recorrendo aos fast-food e alimentos processados- ambos ricos em gorduras trans. Pesquisas da Vigitel mostram que apenas um terço dos adultos consomem frutas e vegetais ao menos 5 vezes na semana.

Para regularização destes pontos, é necessária conscientização da população sobre a necessidade de uma dieta diversificada. No Brasil, o Ministério da Saúde disponibiliza o Guia Alimentar Para a População Brasileira, que oferece recomendações para a escolha de alimentos, dicas de combinações para refeições completas e muito mais!

Até o próximo post!

 

Neuralink: Projeto que unirá o cérebro humano à computadores

O projeto Neuralink é conduzido por Elon Musk, que já é conhecido no mundo da tecnologia por ter ideias inovadoras e um tanto ousadas. Exemplos disso são os projetos de carro autônomos e foguetes que pousam verticalmente.
Agora, Musk está trabalhando em uma interface para unir o cérebro humano à inteligência artificial, por mais insano que isso possa parecer.

Segundo o The Wall Street Journal, isso será feito por uma companhia chamada Neuralink, que está nos primórdios de sua existência. O jornal comenta que a empresa tem como foco criar dispositivos que podem ser implantados no cérebro humano. A ideia é que eles possam, eventualmente, ser uma ponte para unir os humanos à inteligência artificial.
Musk comentou ao jornal que esse tipo de ligação pode aumentar a memória humana e até permitir uma interação “mais direta” com computadores. “Com o tempo, eu penso que veremos uma fusão mais próxima entre inteligência biológica e inteligência digital”, disse Musk há alguns dias. “É mais uma questão de largura de banda, da velocidade de conexão entre seu cérebro e a versão digital de você mesmo”.

Já existe até uma startup, chamada Kernel, que está financiando uma pesquisa médica na University of Southern California para melhorar a cognição humana por meio de dispositivos conectados ao cérebro.

CURSOS NA ÁREA TENOLÓGICA DA FACEF

Franca conta agora com mais um curso voltado para a área de Tecnologia!

A partir deste semestre a Facef conta com o novo curso de Engenharia de Software.

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“O engenheiro de software pode exercer os seguintes cargos em empresas que desenvolvem ou se utilizam de software: Gerente de projeto; Analista de negócio; Desenvolvedor de aplicativos para web, para dispositivos móveis e games; Analista programador, Analista de teste; Arquiteto de software; Analista de qualidade; Analista de configuração; Analista de implantação; Analista de requisitos; Analista de Manutenção; Administrador de banco de dados.”

Para mais informações clique aqui.

Uma excelente notícia para nós, empresas de software que buscam profissionais qualificados para o mercado!