Saúde na nuvem

Devido as suas várias vantagens, a utilização de sistemas em nuvem estão se tornando mais comuns dia após dia. A praticidade em armazenar informações online evitando a instalação de softwares lentos e, consequentemente, o peso no hardware subiu no conceito dos profissionais de todas as áreas, inclusive na área da saúde.

A cloud computing (ou computação em nuvem), chegou de forma inovadora no âmbito hospitalar, facilitando o armazenamento de dados e simplificando a troca de informações não só entre médicos e pacientes, mas também entre prestadores, operadoras de saúde e etc.

Todos os dados arquivados na nuvem ficam disponíveis em qualquer lugar do mundo e a qualquer hora do dia ou da noite, desde que se tenha acesso a internet. Embora não pareça, o armazenamento em nuvem é extremamente seguro, pois só o responsável pela conta pode abrir e compartilhar os dados contidos nela, que estão protegidos por senha.

Na medicina, através da computação em nuvem, dados importantes como históricos e documentos ficam seguros, evitando a perda ou o extravio dos mesmos e, portanto, prevenindo transtornos que poderiam desencadear problemas mais sérios futuramente. Além disso, é possível analisar a quantidade de consultas, internações, exames e etc, tornando os atendimentos mais rápidos e completos.

A aquisição de OPMEs e MAT MED também progrediu por meio da cloud computing, onde o gerenciamento e a cotação dos produtos pode ser analisada profundamente, facilitando as compras e evitando vendas fraudulentas, proporcionando total transparência do início ao fim das cotações.

Diante disso, a CloudMed Tecnologia desenvolveu ferramentas e plataformas que operam sobre estruturas em nuvem, dispondo dos melhores recursos, sempre focando na inovação e no benefício dos clientes. Nosso time de criação e desenvolvimento usa as mais modernas ferramentas e metodologias de desenvolvimento existentes, ademais, estamos sempre antenados sobre as novidades que surgem na área da tecnologia! Aqui nos preocupamos com a simplicidade da usabilidade sem perder a essência da qualidade do resultado. A experiência que acumulamos ao longo dos anos nos permite assumir o compromisso de criar ou recriar soluções sob medida para atender o setor de saúde no Brasil e no mundo.

Enfim, é evidente que a cloud computing trás inúmeros benefícios à área da saúde, mas sua aquiescência depende somente dos profissionais responsáveis. Cabe a eles averiguar os prós e os contras, e então aderir ou não à computação em nuvem.

Economia e Tecnologia

Não é difícil perceber quão importante é a Gestão de OPME (órteses, próteses e materiais especiais) para a área da saúde, dado que as despesas com as aquisições de OPMEs são de aproximadamente 80% do que se paga nas contas hospitalares, ou seja, contas que as Operadoras de Saúde pagam, e consequentemente, os Beneficiários também.

Saber administrar corretamente as OPMEs tem se tornado mais fácil com o passar do tempo graças à tecnologia, aos sistemas de software e à qualificação do pessoal encarregado.

Como já dito no meu post anterior, a tecnologia às vezes pode ser mal interpretada, ou até pouco notada agora que tudo parece ser mais moderno e prático. Porém, a tecnologia têm sido muito eficaz para a medicina, praticamente se tornando item obrigatório em quase todos os setores da saúde.

Atualmente, a tecnologia é um recurso indispensável quando o assunto é Gestão de OPME, uma vez que, através de plataformas inteligentes, é possível visualizar várias possibilidades, fornecedores, preços, qualidade dos materiais e etc, mantendo o comércio em harmonia. Hoje sabe-se que o emprego de ferramentas tecnológicas não significa pagar mais, muito menos substituir alguém a favor dela. Ao invés disso, criou-se uma infinidade de cargos relacionados à tecnologia, que conseguiram tornar certas aquisições mais baratas, inclusive na área de OPME. Tudo depende, claro, da sensatez dos responsáveis pela administração e compra de OPMEs.

O gerenciamento das OPMEs não depende apenas do profissional responsável, pois existem legislações estabelecidas pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que devem ser cumpridas por eles e pelos distribuidores. Além disso, os gestores de OPME são bastante pressionados quanto à qualidade dos produtos, prazos de entrega e, sem dúvida, aos valores a serem pagos.

Trabalhar com materiais de alto custo é um desafio constante no mundo da medicina, onde os gestores trabalham sob grande pressão e precisam utilizar a tecnologia em seu benefício para amenizar as tensões e reduzir as falhas. Com certeza a melhor forma de gerir as compras e os valores dos materiais especiais seria utilizando uma plataforma tecnológica que cumpra as legislações vigentes e colabore com a economia de gastos.

Tecnologia x Medicina

As clínicas e os hospitais carregam grandes responsabilidades que vão além da saúde e do bem estar dos pacientes. Saber administrar corretamente os gastos, por exemplo, é uma das obrigações mais rigorosas, pois os gestores têm de seguir à risca todos os protocolos e regras da organização, a fim de preservar os valores, mas ao mesmo tempo, conservar os atendimentos de forma eficaz e sem quaisquer deslizes.

Para que isso se torne possível, as perspectivas ultrapassadas precisam ser descartadas, abrindo espaço para ideias modernas e que resultem em vantagens significativas para Operadoras de Planos de Saúde, Prestadores e Beneficiários.

À vista disso, ferramentas tecnológicas têm sido desenvolvidas, comprovando cada vez mais sua efetividade e fazendo com que a medicina se assemelhe aos mais variados setores, porque quanto mais moderno, melhor! Novas tecnologias vêm contribuindo não só com a eficácia dos atendimentos clínicos e hospitalares e procedimentos médicos, mas também com a compra de insumos, ajudando a evitar gastos inadequados e o abuso de valores dos fabricantes e fornecedores. A obtenção de OPMEs (Órteses, Próteses e Materiais Especiais), por exemplo, que possuem valores altíssimos,  se tornou ainda mais precisa através dos portais tecnológicos, já que eles possibilitaram uma amplitude maior de preços e fornecedores, permitindo avaliar os melhores produtos e valores.

O conceito de evolução às vezes pode assustar, mas a verdadeira intenção é inovar os métodos já existentes e criar novos recursos eficazes economicamente, rápidos e de fácil acesso, que sejam capazes de melhorar ou até salvar vidas. Num primeiro momento, talvez seja difícil enxergar quão poderosa a tecnologia é para a medicina, a sutileza na qual ela se apresenta já gerou discussões anteriormente, mas quando se olha para trás, percebe-se como estamos avançados hoje em dia, provando que o mundo da medicina anda lado a lado com o mundo tecnológico, onde trabalham juntos para vencer as dificuldades inigualáveis do universo da saúde.

Sabendo disso, a CloudMed desenvolveu três ferramentas incríveis para contribuir e simplificar as atribuições próprias da área da saúde, você pode conhecê-las clicando aqui.

A evolução veio para ficar, e de maneira responsável tem proporcionado soluções tecnológicas que visam a economia de gastos sem perder a qualidade, além de facilitar e agilizar as atividades em todas as áreas, movimentando o mercado e gerando resultados, de fato, satisfatórios, principalmente na área da medicina.

Um portal para OPMEs

O avanço tecnológico na área da medicina tem sido acelerado. Todos os dias se ouve falar sobre novos equipamentos, novas técnicas e soluções para os mais variados procedimentos médicos, que antes sequer passavam por nossas cabeças. As cirurgias ortopédicas, por exemplo, há alguns anos eram sinônimo de angústia e preocupação, mas atualmente confiamos muito mais nos novos procedimentos, graças a evolução e modernidade constante nesse setor.

Porém, com grandes progressos vêm grandes gastos. O desenvolvimento de tecnologias mais atuais custa caro, e como a evolução é incessante, os valores tendem a subir cada vez mais.

Devido a isso, a questão das OPME (Órtese, Prótese e Materiais Especiais) tem se tornado cada vez mais comum hoje em dia, sabendo-se que elas trazem benefícios, mas também muitos receios para os agentes de saúde. A urgência pela aquisição de OPMEs expandiu significativamente o comércio e ampliou a concorrência nessa área, entretanto os valores continuam exorbitantes, e a diferença de custo entre uma distribuidora e outra é espantosa.

Por esse motivo, as operadoras de saúde buscaram assessoria à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que elaborou diretrizes para a padronização do consumo de OPMEs, criando Resoluções Normativas que visam evitar fraudes e gastos indevidos. Ainda assim, seria necessário a utilização de novos métodos para a garantia da qualidade e da ética dos encargos, e isso requer recursos confiáveis, com preços acessíveis e pessoal habilitado.

De olho nesse mercado, a CloudMed desenvolveu uma plataforma de negociação de materiais cirúrgicos de alto custo, o Portal de Compras, que é uma excelente ferramenta para gestão e cotação de OPMEs com os fornecedores cadastrados pelo usuário. É uma plataforma totalmente transparente, que facilita a visualização e auditoria de todo o processo de cotação, desde a criação do orçamento, até o recebimento das notas fiscais. Esta aplicação estimula inclusive o fornecedor a praticar os menores preços através de um leilão reverso, ou seja, uma vez que o usuário solicita um orçamento, os fornecedores interessados vão informar seus valores, assim o comprador pode identificar o melhor custo x benefício e o produto de melhor qualidade.

O Portal de Compras possui recursos para emissão de relatórios e informações importantes sobre a cotação, e, por se tratar de ambiente web, pode ser acessado em qualquer lugar do mundo a qualquer hora do dia ou da noite, além de ser efetivamente seguro, já que controla desde o acesso dos usuários, até o fim do orçamento.

Dessa maneira, os beneficiários dos planos de saúde vão poder usufruir dos seus direitos sem desvantagens ou prejuízos, considerando o uso sensato das OPMEs resultando em melhorias nos sistemas de saúde.

por Bruna Montanini

Fake News e Vacinas – um perigo crescente

No mundo da tecnologia, um dos assuntos mais discutidos nos últimos meses são as notícias falsas (Fake News) publicadas em redes sociais com foco em distorcer fatos ou até inventar situações para prejudicar ou favorecer interessados.

Com a facilidade que nos deparamos com notícias nas redes sociais devido a qualquer pessoa compartilhar opiniões e assuntos com extrema facilidade, aliados a rapidez e a falta de checagem de veracidade, ou até mesmo a “leitura de manchete”, faz com que mentiras sejam espalhadas causando impactos significativos na vida das pessoas.

Como vimos no último post aqui do blog, o ressurgimento de casos de Sarampo e Pólio está assustando as pessoas em áreas de risco e os responsáveis pela Saúde no país. Muito se questiona como doenças que teoricamente teriam sido eliminadas da população nas Americas, podem ter voltado de forma tão contundente em algumas regiões. Motivos para que esse retorno fosse possível são principalmente a falta de controle de vacinação, disponibilidade e principalmente as notícias e crenças falsas de efeitos colaterais que essas possam causar na população, aumentando os casos de vulnerabilidade e criando brechas para que essas doenças que não foram erradicadas em outras regiões do mundo possam voltar a ocorrer por aqui.

A falta de informação, orientação, educação e principalmente de meios incisivos de campanhas de vacinação, faz com que essas notícias falsas possam causar estragos inimagináveis para a população, como a volta dessas doenças consideradas extintas.

Na última semana, as Sociedades Brasileiras de Pediatria (SBP), de Imunizações (SBIm) e Infectologia (SBI), em parceria com o Rotary Internacional sob o apoio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), assinaram conjuntamente um manifesto que alerta para o risco de reintrodução da poliomielite e do sarampo no Brasil. “Diante do quadro atual, há necessidade da união de esforços de todos para a manutenção do país livre dessas doenças. As coberturas vacinais ainda são heterogêneas no Brasil, podendo levar à formação de bolsões de pessoas não vacinadas”, destaca o documento. Esses “bolsões de pessoas não vacinadas” podem ser resultado de fake news e boatos, demonstrando a vulnerabilidade causada por essas práticas de pessoas que não acreditam na vacinação.

O índice de imunização no país está caindo bruscamente e a meta estipulada pelo governo está longe de ser atingida. Com esse alerta, uma campanha nacional de vacinação será realizada entre 6 e 31 de agosto. Em 18 de agosto, um sábado, postos de saúde em todo o Brasil estarão abertos para imunizar quem não recebeu doses da vacina. A apresentadora Xuxa Meneghel será madrinha da campanha. “Esse papo de ‘não precisa vacinar’ não’ é mentira. Quem está falando isso é mentiroso. Tem que vacinar, sim. Se você ama o seu baixinho, se você ama a sua baixinha, vamos vacinar”, reforça a apresentadora no vídeo institucional que ainda será lançado.

Fake News é algo tão sério que no surto de Febre Amarela que o Brasil sofreu, que o chefe da estratégia de combate à doença na OMS, Laurence Cibrelus, disse que o resultado e eficácia foi afetada pela veiculação de boatos e notícias falsas.

“Foi uma situação muito complicada no Brasil. Houve muita desinformação e comunicação falsa. O que foi intensificado pela discussão sobre a dose integral ou fracionada”, disse.

Portanto, fica claro que a comunicação, educação, orientação e divulgação de informações corretas para a população é de extrema importância para o combate, prevenção e principalmente erradicação dessas doenças.

Caso veja alguma notícia falsa ou boato, faça sua parte como cidadão e oriente as pessoas a verificarem a veracidade das informações antes de compartilharem e disseminarem informações erradas que possam causar risco a população inteira.

Ministério da Saúde atualiza casos de Sarampo no país

O Ministério da Saúde, atualizou nesta quarta-feira, dia 18 de julho, informações das secretarias estaduais de saúde. O número é assustador: são 660 casos  de sqarampo confirmados, com dois surtos concentrados nos estados do Amazonas e Roraima.

Ficou comprovado que ambos os casos estão relacionados à importação, pois o genótipo do vírus é o mesmo presente na Venezuela. Ainda, 2.529 casos estão em processo de investigação e 147 casos foram descartados.

Há também casos notificados em alguns estados, como: Rio de Janeiro (40), Rio Grande do Sul (10), Rondônia (1) e São Paulo (1).

Em 2016 o Brasil recebeu da organização Pan-Americana de Saúde o certificado de eliminação do sarampo. Atualmente são empregados esforços no sentido de interromper a transmissão.

O Ministério da Saúde oferece gratuitamente a vacina tríplice viral (que combate sarampo, rubéola e caxumba), além da tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela).

Em crianças de 12 meses a 5 anos é recomendado uma dose da tríplice viral aos 12 meses e uma da tetra viral aos 15 meses. Para crianças de 5 a 9 anos, que não se vacinaram, recomenda-se duas doses da tríplice com intervalo de 30 dias entre as doses.

Entre os dias 6 e 31 de agosto será realizada uma campanha nacional de vacinação, sendo o dia D o sábado, 18 de agosto. O público alvo desta campanha serão as crianças de 1 a 5 anos. Os detalhes serão divulgados mais próximo a data.

Abaixo, segue algumas dicas para prevenção da doença:

sarampo

Fique atento às novidades e não deixe de vacinar!

Campanha de vacinação contra gripe

Nesta época do ano, com a mudança climática, muitas pessoas enfrentam problemas com gripes e resfriados.

Por este motivo o Ministério da Saúde realiza a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe, que neste ano ocorre entre os dias 23 de abril e 1.º de junho. A entidade atesta que a vacina é segura e salva vidas, reduzindo o risco de internações por pneumonias entre 32% e 45%.

Calcula-se que mais de 54,4 milhões de pessoas devem ser vacinadas nesse período em todo o país. A vacina protege o paciente contra o vírus influenza nos tipos A, B e C.

Devem ser vacinadas pessoas a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a 5 anos, trabalhadores da área de saúde, professores de rede pública e privada, povos indígenas, gestantes e puérperas (mulheres até 45 dias de pós parto), detentos, funcionários do sistema prisional  e portadores de doenças crônicas não transmissíveis. Para este último grupo é necessário apresentar prescrição médica ao se vacinar.

É importante ressaltar que os resfriados são causados por outros vírus, apesar de terem sintomas parecidos com os da gripe. Os sintomas mais característicos da gripe são: a febre alta, associada a dor muscular, de garganta, coriza e tosse seca. A transmissão ocorre por contato com as secreções das vias respiratórias, acontecendo quando o enfermo tosse ou espirra. Nos resfriados, os sintomas são mais leves e duram entre 2 a 4 dias. Não é comum ter febre durante um resfriado.

Se você faz parte do grupo de risco citado, procure o posto de saúde mais próximo e não deixe de se proteger!

FONTES: Ministério da Saúde e Anvisa