Campanha de vacinação contra gripe

Nesta época do ano, com a mudança climática, muitas pessoas enfrentam problemas com gripes e resfriados.

Por este motivo o Ministério da Saúde realiza a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe, que neste ano ocorre entre os dias 23 de abril e 1.º de junho. A entidade atesta que a vacina é segura e salva vidas, reduzindo o risco de internações por pneumonias entre 32% e 45%.

Calcula-se que mais de 54,4 milhões de pessoas devem ser vacinadas nesse período em todo o país. A vacina protege o paciente contra o vírus influenza nos tipos A, B e C.

Devem ser vacinadas pessoas a partir de 60 anos, crianças de 6 meses a 5 anos, trabalhadores da área de saúde, professores de rede pública e privada, povos indígenas, gestantes e puérperas (mulheres até 45 dias de pós parto), detentos, funcionários do sistema prisional  e portadores de doenças crônicas não transmissíveis. Para este último grupo é necessário apresentar prescrição médica ao se vacinar.

É importante ressaltar que os resfriados são causados por outros vírus, apesar de terem sintomas parecidos com os da gripe. Os sintomas mais característicos da gripe são: a febre alta, associada a dor muscular, de garganta, coriza e tosse seca. A transmissão ocorre por contato com as secreções das vias respiratórias, acontecendo quando o enfermo tosse ou espirra. Nos resfriados, os sintomas são mais leves e duram entre 2 a 4 dias. Não é comum ter febre durante um resfriado.

Se você faz parte do grupo de risco citado, procure o posto de saúde mais próximo e não deixe de se proteger!

FONTES: Ministério da Saúde e Anvisa

Maquininha esperta

A recém lançada solução de pagamentos com cartões de crédito/débito pela CloudMed, a plataforma DoctorPay, mal chegou no mercado e já traz novidades que facilitam a vida de clínicas e consultórios com a divisão automática de pagamentos.

A nova funcionalidade permite a utilização de uma lista de serviços que, relacionados com cada profissional prestador de serviço, traz uma tabela de preços pré-definidos que informa à maquininha quais os valores exatos a serem distribuídos para cada conta, de acordo com o serviço escolhido. Em outras palavras, cada profissional tem uma lista de serviços precificados, já com o valor de repasse e comissão pré-determinados.

A operação é bem simples, neste caso o operador ou operadora que usar a máquina, escolhe agora, além do profissional, um dos serviços relacionados à ele, e assim, o sistema já sabe o valor exato que deve receber do cliente pagador e os valores de repasse e comissão a serem depositados em cada conta.

Por exemplo:

Em uma mesma maquininha, onde se pode ter até 50 profissionais cadastrados para recebimento, cadastra-se uma lista de serviços, cada qual com seu preço cheio (preço a ser pago pelo cliente pagador), o valor de repasse para o profissional e o valor de comissão do estabelecimento (clínica, consultório, academias, salões, etc).

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O operador ou operadora escolhe o profissional e em seguida seleciona o serviço na lista e então finaliza mostrando o valor do serviço ao cliente pagador, que por sua vez insere seu cartão e informa sua senha. Pronto, pagamento realizado com sucesso e tudo em uma transação única, o valor total do serviço é cobrado do cartão do cliente, e uma parte deste valor é lançado na conta do profissional e outra parte (comissão) é lançada na conta do estabelecimento.

Exemplo de tabela de preços e serviços:

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Assista ao vídeo animado para entender mais detalhes do funcionamento da tabela de preços na maquininha DoctorPay.

Para maiores informações, entre em contato com a CloudMed pelo email comercial@cloudmed.io.

 

A Regulamentação do “Uber dos Médicos”

Nesta semana o Conselho Federal de Medicina publicará a Resolução n.º 2.178, onde julga como ético o uso do “Uber da medicina”, no qual  seja possível pacientes entrarem em contato com médicos através de aplicativos. O atendimento deve ser domiciliar.

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Uma das exigências do órgão é que todos os profissionais cadastrados possuam Registro de Qualificação de Especialidade (RQE) na área em que fará o atendimento. Os profissionais também devem registrar os prontuários (seja por meio físico ou digital), a fim de disponibilizar as informações para outros médicos e/ou para o paciente, possibilitando o acompanhamento e tratamento.

Se torna necessária a figura de um diretor-médico, que responderá em última instância pela qualidade do atendimento e verificará se o médico recebeu os honorários combinados para o atendimento.

Os aplicativos devem ainda se adequar às regras da publicidade médica. É proibida a divulgação de valores de consultas ou procedimentos em anúncios promocionais, pois, para o CFM esse fato gera concorrência desleal.

Segundo Emmanuel Fortes, a relação das tradicionais visitas domiciliares se altera com essa nova forma de atendimento, e pondera:

“Essa nova modalidade traz grandes desafios, pois há diversas variáveis que fazem com que seja muito tênue a linha divisória entre o que é ético e o que não é ético no exercício profissional. Por isso, é essencial que o CFM regulamente o que deve ser obedecido pelos aplicativos e pelos médicos.”

Apesar de já existirem serviços desse tipo no Brasil, não havia regulamentação específica.

FONTE: Conselho Federal de Medicina

Novo Rol de Cobertura dos Planos de Saúde

A partir de 02/01/2018 os planos de saúde devem cobrir 18 novos procedimentos, conforme Resolução Normativa da ANS aprovada em novembro de 2017. A nova cobertura mínima abrange desde exames, terapias, e até mesmo cirurgias em diversas especialidades.

Foi também ampliada a cobertura de mais 7 procedimentos, que incluem medicamentos no tratamento de câncer e esclerose múltipla.

A cobertura faz parte do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, sendo obrigatório para todos os planos de saúde novos (contratados a partir de janeiro de 1999) ou adaptados à Lei 9.656/98.

Abaixo você pode conferir, resumidamente, os principais itens incorporados à lista:

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FONTE: ANS

Caso a operadora não esteja cumprindo a normativa, o consumidor deve procurar a ANS:

Até o próximo post!

Novo exame prevê o risco de AVC

Cientistas da Universidade de Oxford, Grã-Bretanha, estão desenvolvendo uma técnica utilizando ressonância magnética capaz de rastrear as carótidas, artérias que ligam ambos os lados do pescoço ao cérebro, em busca de possíveis placas de colesterol avaliando seu tamanho e os riscos de provocar um acidente vascular cerebral (AVC).

Os índices de ocorrência de AVC são altos, sendo a principal causa de incapacidade do mundo, atingindo aproximadamente 6,5 milhões de mortes anualmente. Cerca de 85% dos casos, são do tipo isquêmico, que são causados pela obstrução de um vaso sanguíneo que fornece sangue ao cerébro, bloqueando a passagem de oxigênio para as células nervosas.

Com a nova técnica, será possível reduzir os casos de AVC isquêmico, antecipando o tratamento e realizando os procedimentos corretos nos pacientes. ”Ser capaz de quantificar o colesterol nas placas carotídeas é uma perspectiva realmente animadora, pois essa nova técnica poderia ajudar os médicos a identificar pacientes em risco e tomar decisões mais informadas sobre seus tratamentos.”, disse Luca Biasiolli, um dos autores do estudo, ao jornal on-line britânico The Guardian.

Os cientistas conseguiram medir com precisão a quantidade e posição de onde essas placas de colesterol estão se formando através da ressonância magnética, permitindo talvez no futuro a remoção das placas e evitando assim o AVC. Apesar do sucesso dos estudos, a técnica deverá ainda sofrer vários testes antes de serem aplicadas nos pacientes.

Porém, é de extrema importância reduzir os fatores de risco do AVC, como por exemplo: pressão alta, diabetes, colesterol elevado, arritmias cardíacas, tabagismo, obesidade, sedentarismo e estresse, uma vez que a velocidade no tratamento é de extrema importância para o paciente necessitando então de um trabalho contínuo de prevenção.

Mais uma vez a tecnologia surge de mãos dadas com a Saúde, ajudando na preservação da vida e nos trazendo esperança.

Telemedicina

Ser diagnosticado por médicos a distância, através de videoconferência, já é realidade para o Sistema Médico da Universidade de Maryland.

Um morador de 25 anos do Condado de Cecil, localizado em Maryland nos Estados Unidos, chegou ao Hospital da União com sintomas de gripe e dificuldade para respirar. Pouco tempo depois dois médicos escanearam seus sinais vitais e perceberam baixo nível de oxigênio, além de sangue saindo de seus pulmões. Os dois médicos estavam a cerca de 96 quilômetros do paciente, em frente a 8 monitores e diversos computadores na Universidade de Maryland.

Rapidamente foi acionado um helicóptero para levar o paciente para o Centro Médico da Universidade de Maryland, onde foi medicado com antibióticos contra infecção bacteriana e colocado em uma maquina de respiração artificial.

O sistema de Telemedicina permite que médicos usem videos de alta qualidade e criptografados para monitorar pacientes em tratamento intensivo e melhorar a qualidade de atendimentos durante a noite e em fins de semana.

Com o serviço é possível que pacientes e médicos de setores rurais consigam consultar com especialistas e com hospitais melhor equipados, podendo tornar os planos de saúde mais acessíveis e diminuir custos para pacientes.

Novo tratamento para diabetes tipo II é aprovado pela Anvisa

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Ontem, 17/07/2017, foi aprovado pela Anvisa um novo tratamento para Diabetes tipo II. O nome comercial do remédio é Soliqua, pertencente ao laboratório Sanofi e será uma nova alternativa para o controle glicêmico. O medicamento é injetável e aplicado com uma caneta.

Para a Anvisa, o medicamento deverá ser utilizado quando as outras opções de tratamento não estiverem funcionando. O próximo passo é o Ministério da Saúde aprovar uma faixa de preço para o produto, o que pode demorar até 3 meses. Após este processo, o medicamento poderá ser comercializado no país.

Atualmente estima-se que há 14 milhões de brasileiros com diabetes (por volta de 9% da população). Para a Sociedade Brasileira de Diabetes, até 2040 há uma estimativa de 65% de aumento nos casos da doença.

O diabetes é uma doença crônica na qual o organismo se torna incapaz de produzir o hormônio insulina, ou não consegue empregá-lo corretamente. Visto que a insulina controla a glicose, os doentes acumulam grandes quantidades de açúcar no sangue, podendo ainda causar: problemas renais, cardiovasculares, cegueiras, e até amputações de membros inferiores.

Uma forma de prevenir a doença é adotando uma dieta balanceada, associada à prática de exercícios físicos, diminuindo assim o sobrepeso e obesidade.

Até o próximo post! 🙂